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Último segundo dita empate entre Os Coxos e We Shall See

Fevereiro 14, 2009

Os Coxos não conseguiram levar novamente de vencida os We Shall See, quase um mês depois da inédita vitória sobre a equipa docentina. Seria o jogo que empataria a moca a duas partidas, mas os estudantes só se podem queixar de si mesmos, pois deixaram-se empatar no último segundo da partida. Alberto Sá abriu o livro e foi o homem do jogo, com três golos.

Pode-se dizer que a turma perneta não estudou a lição, pois dois dias antes a táctica foi discutida numa troca extensiva de e-mails. Com o ‘Capitão América’ de fora, devido à leccionação de inglês de rua, Os Coxos sabiam que iriam ganhar velocidade nas transições para o ataque, mas a defesa ficaria despida de poder físico e confronto. E aqui ficou resolvida a partida, mas deixemos para depois.

Com início de jogo retumbante, Os Coxos prometiam e muito. Num piscar de olhos, o marcador subiu até aos três golos sem resposta, deixando desnorteado o adversário. Pedro Romano inaugurou o marcador, ao concluir com engenho um passe de Rui Rocha. Minutos depois foi a vez de Pedro Romano servir, desta feita Carlos Tricky, que chuta fora de área sem hipóteses para o desamparado Joaquim Fidalgo. Seguiu-se depois um golo de antologia, por meio e obra de Marcos Sabino. Após desfazer-se de dois defesas e de sentar o guarda-redes, o número nove fica com a baliza à sua mercê e de letra chuta para o fundo das redes. Estava feita a conta de Deus.

Porém, como uma fénix renascida das cinzas, o We Shall See volta a acalentar esperanças num resultado favorável. Saído do banco, Alberto Sá, sem pedir licença a ninguém, reduz num ápice a desvantagem para a margem mínima. O trabalho informático foi notável em todos os sentidos: entrou no jogo quando a balança pendia claramente para Os Coxos, mas rapidamente foi equilibrada até começar a arriar no lado perneta; depois marcou dois portentosos golos, um deles através do método utilizado no râguebi, o de furar entre os homens. Faltou a’Os Coxos o poder de choque que Phillipe tão bem sabe fazer uso.

Empate no último segundo

Aproximação feita e renovado o ânimo, os docentes apinharam-se no ataque com o objectivo de chegar o mais rapidamente ao empate e aproveitar da melhor maneira o desgoverno perneta. Todavia, o lençol humano não serviu para cobrir todo o campo, deixando desvanecida a defesa por inúmeras vezes. Tricky, com um jogo esforçado e estóico, – importa referir que o peludo jogou meio tempo condicionado, depois de uma entrada ríspida sobre os seus pés – teve uma mão cheia de oportunidades para elevar a contagem para 4-2, mas o keeper Fidalgo adiou sempre o dilatar do resultado, ora com defesas inimagináveis ora com o recurso ao derrube do adversário dentro da grande área. Mas o árbitro fez olhos de toupeira e deixou seguir.

Quem não marca sofre, dizem os pensadores do futebol, e o desperdício coxeano poderia antever um desfecho semelhante. Porém, não foi o que aconteceu, e no seu melhor estilo, Tricky ganha com raça um bola divida no meio campo contrário e rematou inapelavelmente para o fundo das redes. Feito o 4-2, era hora de Os Coxos recolherem-se à defesa e aproveitarem para fazer rápidas deambulações à baliza oposta.

Como o fantasma nunca aparece uma só vez, voltou a sagacidade e impertinência de Alberto Sá, a partir de hoje considerado persona non grata nas hostes coxeanas. O falso lento remata cruzado entre dois defesas, Teixeira atira-se demasiado tarde à bola, e voltava a crença num bom resultado. E eis que no último segundo da partida chegou o golo do empate, para felicidade e regozijo de saltar aos céus dos jogadores do We Shall See e desapontamento e frustração de cair de joelhos no chão para os briosos Coxos. Golo do paulista Paulo Ranieri, após assistência do man of the match Alberto Sá.

O momento ficou eternizado com uma fotografia com o grupo todo reunido e que oportunamente pretendemos colocar no site.

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Teixeira: 13. Fez um jogo esforçado, o redes esteve sempre atento e foi sempre uma voz activa na manobra defensiva. Efectuou um punhado de boa defesas e não deixou entrar o frango da praxe. Porém, não foi capaz de fazer frente a um inspiradíssimo Alberto Sá e deixou passar, uma vez mais, um golo no último segundo da partida.

Romano: 13. Não foi a pedra sólida do meio-campo que todos lhe reconhecem, mas nunca deixou de estar presente nos momentos decisivos, ao marcou um golo de belo recorte e assistir para o primeiro tento de Tricky. O último passe não saiu com a eficácia pretendida, mas nunca perdeu nenhuma bola no meio-campo.

Rui: 13. Foi um jogo ingrato para el directore. Habitual suplente, desta vez titular, não conseguia conter todos os ataques adversários, especialmente aqueles que passavam por Alberto Sá. Apesar disso, impediu que o We Shall See gozasse plenamente de domínio territorial quando a perna coxeana estava a arquear. Os remates não tiveram, desta vez, a produção desejada.

Tricky: 14. Nível exibicional uns furos abaixo da sua média, o peludo teve uma prestação estóica e muito esforçada, dada as condições ou falta delas quando o relógio apontava a meia hora de jogo. Marcou dois golos e fartou-se de rematar, mesmo quando o que se lhe pedia era o passe ao colega melhor posicionado. Foi ainda derrubado dentro da área por Fidalgo.

Sabino: 13. Já consegue aguentar um hora intensa de jogo, o que se revelou um aspecto positivo neste jogo, dado não haver suplentes de uma só perna. Com o golo de letra que marcou, a pontuação do terrível número nove seria maior, naturalmente. Todavia, faltou a capacidade de desiquilíbrio e de decisão que fazem dele um matador temível.

PS. A ingrata tarefa de classificação e avaliação dos elementos da equipa adversária fica ao cargo dos mesmos.

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Coxos em alta derrotam We Shall See em dia não

Janeiro 17, 2009

À terceira foi mesmo de vez. Naquele que foi o terceiro embate entre colossos do futsal universitário, os Coxos derrotaram o We Shall See por 5-2, num jogo mais disputado do que o resultado final leva a crer e em que o factor casa foi determinante.

Depois de duas deslocações ao terreno do adversário, marcadas por outras tantas derrotas, os Coxos receberam o seu grande rival e registaram uma vitória na partida que marcou o regresso da formação perneta à vida activa.

Após mais de seis meses de paragem, a formação Coxeana apresentou-se em campo com um cinco em que a grande novidade foi a ausência do avançado Sabino. Retido no balneário para cumprir os seus rituais religiosos, Marcos perdeu o início da partida, sendo substituído por Rui “Il Directore” Rocha.

Assim, o Império Coxeano regressou aos palcos com o titularíssimo Alberto Teixeira na baliza, o capitão Phillipe Vieira e Rui Rocha a segurar a defesa, Pedro Romano a fazer a ligação entre os dois sectores e Carlos “Tricky” Ferreira em cunha no ataque.

Do outro lado, estava uma formação experiente que, com as ausências de Manuel Pinto, Moisés Martins e Fernando Jesus, apresentou um cinco inicial onde o principal objectivo era segurar o ataque Coxeano e explorar a velocidade e sagacidade do engenheiro do golo, Pedro Portela.

Joaquim Fidalgo segurou as redes do We Shall See, guarnecido por uma defesa de respeito, composta por António Ovídio e Luís Santos, que se encarregava não só de tarefas defensivas como de explorar o ataque pelo lado direito. Alberto Sá era uma seta apontada na esquerda e Portela a referência maior de todo o jogo ofensivo do We Shall See.

Com as equipas em campo, o jogo pôde começar, para gáudio dos fãs que lotaram o Complexo Desportivo Coxeano numa bela tarde de sol, em que a chuva deu tréguas e os termómetros subiram apenas para ver os Coxos jogar. E a bola começou a rolar.

Desde o apito inicial, os Coxos fizeram-se valer do seu estatuto de equipa visitada, levando o jogo para a área do adversário que, sem velocidade para conseguir competir com a Nação, passou a operar num defensivo 3X1, deixando Portela à sua sorte. Reparando que os Coxos estavam a defender com dois homens apenas para um adversário, o treinador da Nação soltou Phillipe pela direita, fazendo o capitão as função de elo entre a defesa e o ataque, libertando Romano para ajudar Tricky no ataque.

A nuance táctica introduzida pelos Coxos resultou, criando a equipa perneta mais oportunidades de golo e levando o perigo à área do We Shall See. Porém, também deixava a defensa mais descoberta e num lance em que Luís Santos conseguiu fazer a bola chegar a Pedro Portela, este rodou sobre Rui e fulminou Alberto Teixeira, marcando o primeiro golo da partida e lançando a surpresa sobre o recinto de jogo. Os Coxos estavam em desvantagem.

Porém, a equipa não esmoreceu e insistindo na sua abordagem mais ofensiva do jogo conseguiu rapidamente chegar ao empate. Fechando as linhas de passe ainda na zona defensiva do adversário, Phillipe conseguiu interceptar um passe de Joaquim Fidalgo, assistindo em seguida Tricky para este fazer um belo chapéu que restabeleceu a igualdade e a justiça no marcador.

Os valentes professores do ICS sentiram bastante o golo do empate, perdendo alguma da sua eficácia nos contra-ataques e permitindo aos Coxos colocar os quatro homens no ataque. Não foi por isso muito surpreendente que pouco depois do empate, Rui Rocha em remate de fora da área tivesse feito o segundo golo para os Coxos, num tiro cheio de intenção com o pé esquerdo – aquele que é excepcionalmente mais fraco.

Este golo teve o condão de espicaçar o adversário, lançando o We Shall See à procura do empate e colocando os Coxos numa posição de maior expectativa. Foi nesta altura que começou a aparecer Alberto Sá, um raçudo e insistente ponta-esquerda que prometia muito trabalho aos defensores Coxeanos.

Por mais do que uma vez, Portela, Ovídio e Alberto visaram a baliza Coxeana. Porém, Alberto Teixeira esteve sempre irrepreensível, não permitindo grandes veleidades ao adversário. Entretanto, já com Marcos Sabino em campo, era a vez de os Coxos explorarem o contra-ataque, guiado ora por Sabino, ora por Tricky. No entanto, tal como Teixeira na outra baliza, Fidalgo ia adiando o terceiro golo d’Os Coxos. A grande questão passava por saber até quando tal seria possível.

E foi aí que o Filho de Deus desceu ao Pavilhão. Fernando de Jesus chegou equipado ao terreno de jogo, aqueceu, entrou para o lugar do esgotado Luís Santos e começou a colocar em polvorosa a defesa Coxeana. Ora pela esquerda, ora (preferencialmente) pela direita, Fernando era uma seta apontada a Teixeira, que não se tinha esquecido dos golos sofridos nas duas últimas partidas em casa do We Shall See.

Mas, à equipa que equipou de cinzento faltava maior capacidade física para concretizar as oportunidades criadas, situação que não acontecia com os Coxos que, em dois rápidos contra-ataques, marcaram dois golos. Primeiro, Marcos fez o 3-1, depois de uma bola aliviada na defesa, Sabino correu todo o meio campo do adversário e apenas com o guarda-redes pela frente não teve problemas em fazer o seu primeiro golo da tarde.

Tricky, aproveitando uma recuperação de bola no ataque, conduziu a jogada pelo lado direito, flectiu um pouco e fez com calma e classe o quarto golo da equipa Coxa. Foi, também, por esta altura que o We Shall See colocou Alberto Sá na baliza, libertando Joaquim Fidalgo para ocupar terrenos mais ofensivos, situação que criou alguma estranheza n’Os Coxos que, durante alguns instantes, parecerem incapazes de aguentar a segunda vaga do ataque do We Shall See.

A equipa liderada por Luís Santos acabaria mesmo por fazer o segundo golo. Num lance em que saltou a lente dos óculos de Fidaglo, após choque com Tricky, o We Shall See avançou para um rápido contra-ataque culminado com o golo de um dos seus elementos – este cronista ficou retido a presenciar a assistência técnica prestada aos óculos do professor Fidalgo, apenas especulando que o golo terá sido da autoria de Fernando de Jesus. Em frente.

Com o árbitro já com o apito na boca, ainda houve tempo para o capitão Phillipe molhar a sua colher, fugindo à marcação imposta pela defesa contrária e finalizando uma interessante movimentação ofensiva da equipa de uma só perna. A bola, que passou por entre as pernas de Alberto Sá, apenas parou no fundo das malhas da baliza do We Shall See. Em seguida, a partida terminou e os Coxos fizeram história: na primeira partida entre ambas as equipas no recinto Coxeana, a formação treinada por Pedro Romano levou a melhor, vencendo por claros 5-2.

Uma palavra de apreço para os adversários do Império Coxeano, que se bateram valentemente e tiveram várias oportunidades para empatar o jogo – enquanto a diferença entre ambas as formações foi mínima. Nos balneários, onde reinou a boa disposição e a troca de galhardetes entre os atletas, ficou apalavrada a realização de nova partida. O Mundo aguarda com expectativa.

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Teixeira: 15. Numa partida ingrata para qualquer guarda-redes, devido ao pouco trabalho, Teixeira notabilizou-se por resolver bem todos os lances com que se deparou. Apesar de a maior parte dos remates terem tido como destino as malhas laterais da baliza, a verdade é que Teixeira ainda teve de se estirar algumas vezes e protagonizar algumas saídas arriscadas, como aquela em que acabou por atingir em falta o Filho de Deus. Adivinha-se castigo divino… Seguro.

Rui: 15. Uma das melhores partidas do número 10 que ontem foi o número “?”. Seguro a defender, arriscou algumas aventuras no ataque e chegou mesmo a apontar um golo. Não comprometeu em nenhuma fase da partida – uma inovação no jogo de Rui – e durante largos minutos chegou a chegar sozinho para o ataque adversário. Activo.

Phillipe: 15. Muito se tinha especulado acerca da condição física do capitão. Depois dos meses em Carnaxide, estava na hora de mostrar que o plano de reabilitação física encetado desde o regresso ao Norte tem dado frutos. E, de facto, Phillipe apresentou-se numa óptima condição física, conseguindo fazer todo o corredor direito e ligando a defesa ao ataque. Marcou um golo, fez uma assistência, enviou uma bola ao poste, permitiu uma grande defesa a Alberto Sá e quando teve de defender nunca comprometeu. Algumas intercepções interessantes no ataque. Fundamental.

Romano: 15. Toda a gente sabe que almoçar todos os dias no Pingo Doce dos Restauradores não dá nem saúde, nem faz crescer. Romano não está na melhor forma física, mas continua a trata a bola por tu e não perdeu o jeito para as suas características reviengas e fintinhas. Boa visão de jogo, foi o responsável por algumas movimentações interessantes do ataque Coxeano. Importante no equilíbrio táctico do jogo, mostrou que no Diário Económico FC tem aprendido a dosear o esforço. Nove horas de trabalho não é para todos. Brioso.

Tricky: 15. El animale, o peludinho, o homem que trocou as gangas pela bombazina, esteve ao seu nível. Raçudo em campo, Trciky não deu descanso a António Ovídio, sendo sempre uma seta apontada à baliza de Joaquim Fidalgo. Apesar de estar algo preso de movimentos, foi o jogador que falhou menos passes e acertou mais vezes na baliza. Dois golos coroaram uma exibição cheia de aspectos positivos. Irrepreensível.

Sabino: 15. O avançado com um só pulmão começou o jogo no banco, depois de se ter atrasado no balneário a rezar uma Avé Maria por cada site pornográfico consultado na véspera. Marcos continua rápido, incisivo sobre a baliza adversária e a procurar inspiração no Pro Evolution Soccer. Virando-se para um lado, virando-se para o outro, é sempre difícil parar Sabino, ainda para mais quando com uma bota de cada cor ele está inspirado e cheio de vontade de dar show. Continua a ser um elemento preponderante na manobra Coxeana. Indispensável.

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Devido ao espírito nobre do adversário e ao mútuo respeito institucional, os Coxos também vão fazer a avaliação individual de cada membro do We Shall See.

Joaquim Fidalgo: 14. Os genes de bom guarda-redes estão na família e Joaquim voltou a mostrar porquê durante a tarde de ontem. Uma mão-cheia de belíssimas paradas foi suficiente para ir adiando o golo Coxeano e manter a sua equipa na partida. Depois, fora da baliza, revelou bom sentido de orientação. Convincente.

António Ovídio: 14. O rochedo da defesa do We Shall See era também o principal responsável pela distribuição táctica da equipa. Uma boa visão de jogo e uma capacidade para interpretar o jogo acima da média fazem dele um adversário de respeito. Intrépido.

Luís Santos: 13. Apesar de estar envolvido no lance do primeiro golo do We Shall See, Luís Santos nunca esteve no nível a que já nos habituou. Porventura, receoso por nova lesão no tornozelo, evitou o despique directo e não rompeu pelo ataque as vezes que a equipa precisava. Foi também o primeiro a sair, dando lugar a Fernando de Jesus. Depois teve de levar os filhos à bola. Esforçado.

Alberto Sá: 14. Vimaranense de gema, provou a Manuel Cajuda que ainda há bons jogadores em Guimarães – apesar de ser difícil encontrá-los. Activo pelo lado esquerdo do ataque, não deu descanso quer a Phillipe, quer a Rui. Sempre a bom nível, Alberto Sá necessitaria, talvez, de mais tranquilidade na hora da decisão, falhando algumas assistências de morte e perdendo alguns remates pela linha de fundo. Guerreiro.

Pedro Portela: 15. O engenheiro das Ciências Sociais esteve em belo plano, marcando um dos golos mais bonitos da partida quando, já quase sem ângulo, fuzilou Alberto Teixeira. Não teve receio de ir à luta com Rui ou Phillipe, mostrando soluções no 1X1. Finalizador nato, ficamos a pensar no que teria acontecido se tivesse tido mais bola. Dinâmico.

Fernando de Jesus: 13. O Filho de Deus chegou pouco depois da meia hora de jogo, mas ainda teve tempo para deambular pela linha e procurar criar o pânico na equipa Coxa. Com ele em campo o We Shall See ganha poder de ataque, mas perde algum esclarecimento na altura de movimentar a bola e segurança defensiva. Ainda assim, uma clara mais-valia. Abençoado.

n.d.r.: O vídeo com o resumo da partida será em breve publicado.

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Vem aí a desforra do século!

Janeiro 14, 2009

Está confirmado. Os Coxos regressam esta sexta-feira aos palcos. Em formato “One Night Only”, a equipa perneta volta a pisar os terrenos da Universidade do Minho, passeando a sua classe e elegância pelo recinto desportivo do Campus universitário de Gualtar.

E, para abrilhantar ainda mais o regresso do Império Coxeano, o adversário de sexta-feira é o We Shall See FC, equipa composta por docentes do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.

Será a terceira vez que Coxos e We Shall See medem forças. As outras duas, disputadas no terreno do adversário, redundaram em duas derrotas para a Nação Coxeana. Porém, desta vez, a jogar em casa e com o forte apoio da massa adepta, os Coxos estão confiantes e esperançados na vitória.

O capitão da equipa Coxeana, Phillipe Vieira, confirma a vontade de vencer da equipa de uma só perna: “estamos confiantes. Passámos os últimos meses envolvidos em projectos individuais, mas estamos agora totalmente concentrados e cheios de vontade de conseguir mais esta vitória para os Coxos”.

Sobre o regresso da equipa Coxa, Phillipe Vieira revela ser um “prazer” voltar a reunir-se com os seus colegas Coxos depois de “tantos meses de afastamento”. “Já não vejo o Tricky há muitos meses. Será que ela ainda passeia todo aquele pelo? Não sei, não sei… mas tenho a certeza de que vai ser uma alegria voltar a jogar com toda aquela rapaziada”, declarou o capitão.

Depois de uma experiência “positiva” na equipa de futebol de sete da SIC Carnaxide FC, Phillipe revela ser “bastante importante” regressar a uma casa que bem conhece, ressaltando o facto de ter sentido saudades do “calor do balneário Coxeano” durante o tempo em que esteve no Norte de África.

Porém, nem tudo são boas notícias. O treinador e sub-capitão da equipa, Pedro Romano, ainda não regressou em definitivo aos Coxos, mantendo-se emprestado ao Diário Económico CF até ao final de Maio. O estratega Coxo manifesta-se “excitado” com a perspectiva de voltar a jogar com a camisola cinco nas costas: “Depois de tantos meses a almoçar no Pingo Doce, vai saber bem comer uma refeição quente em Braga. Estou faminto. Esfomeado. Quero marcar muitos golos para saciar esta fome. O guarda-redes do We Shall See que tenha cuidado”, contou o craque Coxo que.

De outro lado do campo, vai estar uma equipa experiente e matreira. Disso mesmo deu conta Rui Rocha, o jogador que veste a camisola dez dos Coxos e que tem passado os últimos meses a treinar-se com a equipa do FC CECS.

“Ao longo destes meses, pude estudar as técnicas dos jogadores do We Shall See. As reviengas do Pedro Portela, as manhas do Alberto Sá, os sprints do Luís Santos e a força de impulsão de Joaquim Fidalgo. São uma equipa muito matreira que nos pode causar problemas. Mas, jogamos em casa e temos confiança em nós”, afirmou o pé canhão da equipa perneta.

O We Shall See não vai poder contar com Fernando Jesus. O Filho de Deus tem outros compromissos desportivos e não vai poder dar o seu contributo. Também o guarda-redes Manuel Pinto pode falhar a partida. O antigo guardião do Paredes vai estar a gravar um anúncio publicitário e poderá não chegar a tempo de disputar o jogo no Pavilhão Desportivo.

Quem vai marcar presença é Berto, o líder da claque dos Coxos que deixa o apelo aos adeptos: “vamos todos apoiar a equipa. É desta que vamos ganhar ao We Shall See e fazer a festa. Conto com todos vocês. Quem não for, vai levar nos c*rnos!!!”, disse o adepto Coxeano. 

O jogo está marcado para as 17 horas de sexta-feira, dia 16 de Janeiro. A partida vai ter lugar no Pavilhão da Universidade do Minho, Campus de Gualtar, casa d’Os Coxos Futebol Clube.

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O Regresso

Janeiro 9, 2009

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Golo de último minuto dita derrota coxeana no último jogo da história perneta

Junho 30, 2008

Foi num golo dramático que acabou o longo e glorioso trajecto coxeano. Depois de terem estado a ganhar por 5-2, os jogadores vermelhos consentiram o empate e, no último minuto, perderam uma bola que ditou a sorte do jogo. A despedida dos valorosos jogadores, que marcaram uma época na Universidade do Minho, não sai, contudo beliscada. E, em jogo de amigos – Os Coxos defrontaram os Amigos dos Coxos -, Teixeira, o guarda-redes, entrou para o livro de recordes ao marcar dois golos. Memorável.

O jogo começou com formações bastante particulares. Do lado dos Amigos dos Coxos – formação de homenagem que integrou bastantes jogadores – jogaram Mustapha Zé, Ibrahim Ricky e Hey Abeel (os três do Rossas FC), Esquilo (Rodovia FC), Sr. Funcionário (dos SASUM FC) e Bruno Simões (Atoladinhos FC – não apareceu mas jogou tanto quanto nos jogos em que aparece). Pel’Os Coxos alinharam Teixeira, Romano, Sabino, Rui Rocha e Bola de Fogo, o mítico avançado dos Atoladinhos que Os Coxos tiveram a honra de apadrinhar no seu ano de caloiro.

E o jogo até começou bem para Os Coxos. Teixeira, o guarda-redes, foi à frente facturar em belo lance individual. O Amigos dos Coxos fez o empate mas o guardião, não satisfeito com o facto de inscrever pela primeira vez o seu nome na estatísticas oficiais, chutou de baliza a baliza, fazendo um chapéu ao adversário, que se deixou ludibriar pela simulação de Romano. Manhã em cheio para o keeper coxeano.

Foi com natural facilidade que Os Coxos chegaram, depois, ao 5-2. Bola de Fogo, sempre muito interventivo e a revelar grandes qualidades técnicas – quanta ajuda teria dado a’Os Coxos caso tivesse assinado contrato… – coordenava o ataque, Rui chutava de longe, Romano fechava a defesa e Sabino era uma seta apontada à baliza adversária. Sabino fez, aliás, dois dos três golos seguintes (Romano marcou o outro), um dos quais de pura classe, ’sentando’, com uma finta à Figo, Mustapha Zé, e chutando de pé esquerdo para o golo.

Era o melhor período d’Os Coxos mas o adversário, liderado por Mustapha Zé, soube ripostar. E, em poucos minutos, aproveitou vários erros defensivos para chegar ao 6-5. O campo parecia cada vez mais largo e Os Coxos, sem Tricky e Phillipe, estavam a abrir demasiadas brechas.

Mas, mais uma vez, foi a vez de Sabino. Depois de muitos remates – três dos quais ao poste – o elegante avançado marcou de novo, dedicando o golo à noiva Helena. O jogo estava relançado e por puro azar Rui não fez o 7-6 num remate forte que apenas a intervenção preciosa de um defesa evitou que fosse para golo.

Com o relógio a chegar ao fim, determinou-se que quem marcasse ganhava. E, num contra-ataque, Romano meteu no afilhado Bola de Fogo e este, com três para um, optou pela finta. Perdeu a bola e… golo do adversário. Um erro que, contudo, não tira mérito à sua exibição personalizada.

Os Coxos fizeram, assim, o último jogo da sua história, pelo menos enquanto equipa oficialmente minhota. Apesar da derrota, a equipa terminou a sua carreira académica com uma boa exibição, com uma sentida homenagem ao afilhado Bola de Fogo e com um merecido prémio (dois golos) a um guarda-redes que foi, desde há três anos, a figura de referência da Equipa Perneta. E agora, olhem, vamos à nossa vida!

Longa vida a’Os Coxos! 

Teixeira: 18 – Boa exibição na baliza – sem culpas nos golos – mas não é por isso que repete o 18. A nota deve-se aos seus dois golos, um dos quais de trás do meio campo. Num dia especial, o guarda-redes marcou a diferença e saiu em braços. Merecido. m

Rui Rocha: 11 – Defensivamente esteve pouco concentrado, já com a cabeça na Reuters FC. Ofensivamente, o seu remate forte nunca lhe saiu bem. Ainda assim, muito esforço e raça. Rui acaba a carreira como uma opção válida, depois de em dois anos terem sido colocadas em causa as suas qualidades. El directore só não conseguiu marcar na despedida.

Hugo Pires «Bola de Fogo»: 16 – Grande exibição. Apesar de não ter marcado, foi sempre rápido a atacar e lesto a passar a bola. Foi, sobretudo, capaz de desempenhar uma função que sempre esteve em falta n’Os Coxos: o de condutor de jogo, passando a bola com segurança e criando linhas de passe. A nota só não é mais alta devido ao erro no último minuto. O afilhado prestou homenagem aos padrinhos e os padrinhos prestaram homenagem ao afilhado.

Pedro Romano: 14 – Marcou um golo e deu outro a marcar. Muita raça e consistência foram aquilo que o número 5 deu a’Os Coxos no dia da despedida. Apesar de não ser o Romano de há dois ou três anos – duas lesões musculares, uma lesão no osso do pé e um problema grave de costas tiraram-lhe velocidade, capacidade física e mobilidade -, Romano encerra a sua carreira coxeana com a cabeça levantada e com a certeza de ter dado tudo o que tinha à equipa vermelha. Determinado.

Marcos Sabino: 17 – Grande jogo do avançado de um só pulmão. Em momento de grande forma, o belo ponta-de-lança jogou e fez jogar, defendeu e atacou e ainda marcou três golos, um deles num contra-ataque magistralmente conduzido. O famoso Bino acaba assim a carreira com a bela lembrança de ter marcado o último golo d’Os Coxos, e em primeiro lugar na lista de marcadores. Em quatro anos, Sabino cresceu muito, pode-se dizer. Os relvados vão sentir a sua falta.

 

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Vídeos do II Jogo Os Coxos x We Shall See Football

Junho 29, 2008

E aqui estão, finalmente, os vídeos da partida que opôs Os Coxos à poderosa formação dos We Shall See Football. O vídeo serviu também para confirmar que o resultado foi mesmo de 12-8 (com tanto golo, ficámos com dúvidas). Quanto aos marcadores, eles foram, pel’Os Coxos, Sabino (4), Romano (2) e Phillipe (2); e, pelos We Shall See Football, Tiago Alves (5 – um deles a meias com Sabino), Portela (4 - com a ajuda de Romano no segundo), Fernando Jesus (2 – Sabino também deu uma ajudinha no primeiro…) e Miguel Bandeira. Quando ao flash interview, adiantamos já que aquele senhor lá do fundo é mesmo o Joaquim Fidalgo fundador do Público…  

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Primeira parte:

 

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Segunda parte:

 

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Flash-interview:

 

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We Shall See superiorizam-se e batem Os Coxos na segunda mão

Junho 27, 2008

As expectativas eram elevadas depois do jogo do ano passado (que terminou com um 12-11 para a equipa dos docentes) mas o cansaço de alguns elementos, a desinspiração momentânea e uma grande falta de sorte acabaram por ditar nova derrota d’Os Coxos frente à equipa We Shall See Football, composta por professores do Instituto de Ciências Sociais. O 12-8 acaba por premiar a eficácia do We Shall See. Quando os Os Coxos quiserem dar uma lição de futebol, os adversários mostraram por que é que são eles os professores.

Ainda assim, o jogo até não começou mal. A extravagância de Joaquim Fidalgo – cabelos ondulados a esvoaçar no ar – custou caro ao We Shall See, que nos primeiros minutos já tinha sofrido um golo, por um remate de muito longe de Marcos Sabino – Fidalgo ficou a ver navios. Se passar a Jornalismo fosse assim tão fácil, até o Rui Afonso já teria concluído a cadeira. 

Mas quem pensava que a equipa de uma só perna tinha a tarefa facilitada depressa se desenganou. O adversário fez o empate e de imediato deu a entender que estava ali para discutir o resultado. Tiago Alves pegou no jogo e libertou-se das amarras (e da t-shirts…), Fernando Jesus acordou, Portela mostrou de que matéria é feito. Infelizmente, o irrequieto Fidalgo continuava a fazer das suas e o jogo rapidamente voltava a inclinar-se para o lado dos alunos: 3-2 para Os Coxos, e até Phillipe já tinha marcado…

A mudança veio, ironicamente, do próprio Fidalgo. Bastou o antigo jornalista acertar com as movimentações na baliza e logo Os Coxos passaram a ter mais dificuldades em chegar ao golo. Os docentes aproveitaram. Fernando Jesus imprimiu velocidade ao jogo (grande túnel fez a Phillipe Vieira…) e Portela e Alves fizeram as despesas da casa na frente de ataque. Rapidamente o jogo estava virado, e o 5-4 premiava a atitude da equipa docentina. Alberto Sá desempenhou um papel fundamental: desde a sua saída que a bola circulava com muito mais fluência.

Os Coxos não souberam reagir e deixaram-se embrenhar na teia do We Shall See. Com Tricky longe da baliza, Sabino e Romano perdulários e Phillipe já a pensar no estágio, foi mesmo Teixeira a evitar males maiores. Os docentes ganhavam ressaltos e tinham sorte nas bolas paradas mas a verdade é que, de uma forma ou de outra, chegavam à área. Teixeira foi um gigante mas, ainda assim, não foi suficiente – e, passado algum tempo, o marcador já apontava 8-5 para os professores. «Juro que não percebo por que é que insistem em filmar os jogos», sussurrava Fernando Jesus a António Ovídeo.

Os Coxos ainda deram réplica – chegaram ao 8-7 – mas foi nessa altura que Fernando Jesus foi à baliza. O cattenattio docentino estava completo: Fidalgo a fazer carrinhos a torto e a direito, impedindo os dribles de Romano e Sabino – o craque do ICS estava eufórico com a sua prestação – Miguel Bandeira a cortar as linhas de passe e António Ovídeo a impor respeito no corpo-a-corpo. Quando as bolas chegavam à baliza, Fernando Jesus mostrava a sua raça e não tardava em pôr a bola a na frente. Conclusão lógica: 10-6 e os coxeanos a ponderarem seriamente a possibilidade de chumbarem de ano de propósito, a ver se não saiam da Universidade sob o signo da derrota pesada.

Os Coxos foram ao fundo do poço buscar energias e ainda conseguiram chegar ao 10-8, aproveitando-se de algum cansaço dos docentes (Portela disse que não tinha comido nada antes do jogo, culpando a falta de subsídios de Natal na UM pela má condição – «Em época de vacas magras temos de poupar…», disse).

O jogo acabou em 12-8, com os docentes em alegre confranternização com os ex-alunos. Alguns esqueceram-se da posição institucional que ocupam e cometeram alguns excessos pouco recomendáveis. Os docentes assumiram ainda os encargos pelo aluguer do campo, numa atitude bonita que os alunos não esquecerão. «Espero que com os 3,5€ poupados aquele Sabino possa comprar um champô e um sabonete em condições», justificou-se, enigmaticamente, Pedro Portela.

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Notas d’Os Coxos:

Teixeira: 18 – Exibição fenomenal do guardião. Apesar de não estar isento de culpas num ou dois golos, teve momentos de puro brilhantismo, defendendo três ou quatro remates à queima seguidos, alguns dos quais golos feitos. O 18 premeia a coragem, os reflexos e a qualidade das suas defesas frente aos ex-professores. Em quatro anos, foi a única vez que os professores lhe valeram alguma coisa acima de um 12.

Phillipe Vieira: 13 – O capitão não esteve mal, mas também não esteve particularmente inspirado. Ainda assim, marcou dois bons golos e limpou bem a defesa (certamente a praticar para a limpeza das casas de banho que terá de fazer durante o estágio na SIC). Gritou muito com os colegas, especialmente com Romano, chegando a dizer que este se estava a esforçar ainda menos do que no trabalho de grupo para Sociologia das Fontes.

Pedro Romano: 12 – Não começou mal, e até marcou dois golos, mas com o passar do tempo notou-se que o jogo de uma hora e meia durante a manhã se fez sentir nas suas pernas. Depois revelou algumas fintas desnecessárias, que tiveram como único ponto positivo terem oferecido ao público um verdadeiro recital de música rítmica, tocado a meias entre as suas caneleiras e a biqueira da bota de António Ovídeo. O bigode com que apareceu em campo não foi talismã.

Marcos Sabino: 14 – Veloz, conseguiu marcar três bons golos e fazer algumas assistências. Apesar de só ter um pulmão, usou-o bem, e apenas por manifesta má sorte não fez o empate (grande defesa de Fernando Jesus). Contudo, o jogo de manhã também o cansou e no final do jogo já pouco corria. Continuou a espalhar perfume pelo campo mas, por essa altura, o cheiro era outro.

Carlos Ferreira «Tricky»: 12 – O Animal dos Coxos começou na defesa, o que lhe tolheu os movimentos, e nunca se aventurou no ataque. Esteve sempre certo nos passes e forte no sector defensivo, mas não marcou nenhum golo, o que é manifestamente pouco para aquilo a que tem habituado os adeptos. Ainda assim, o peludinho encarou sempre os docentes de igual para igual. Afinal de contas, já tem o grau de Mestre.

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Notas dos We Shall See Football:

Joaquim Fidalgo: 16 – O professor de Jornalismo iniciou a partida à baliza e, depois de alguns golos consentidos, começou a acertar com os golpes de vista, tendo inclusive sido de suma importância na altura de maior assédio coxeano (a dada altura, chegou a impedir a marcação de um canto à maneira curta enquanto estava fora da baliza – «Ó Portela, que se lixe a Ética», terá dito). Quando foi à frente revelou-se um jogador tecnicamente pouco evoluído mas extremamente voluntarioso, a fazer lembrar Gattuso, da Itália/AC Milan. A rigidez que patenteia durante as aulas foi trocada pela flexibilidade das pernas em inúmeros carrinhos que cortaram perigosos contra-ataques.

António Ovídeo: 13 – Ovídeo limpou a sua área da mesma forma que limpa o laboratório de Jornalismo quando passa da hora de saída: com violência. Agressivo e fisicamente disponível, o Marco Materazzi dos We Shall See Football sacrificou a inspiração à transpiração e soube sempre fechar as portas da sua defesa. As marcas que, dizem as más línguas, deixou nos corações da assistência feminina só são superadas pelas marcas que deixou nas pernas dos adversários.

Tiago Alves: 14 – O reforço de última hora esteve sempre activo, quer na defesa quer no ataque, e conseguiu levar o perigo às redes coxeanas. Um verdadeiro Box-to-Box, a Voz da Rádio impôs presença na defesa e usou a pujante aparelho vocal para mimosear a mãe de Pedro Romano quando este lhe fez um túnel. Revelou também grande inteligência táctica ao retirar a camisola no início da partida; primeiro, porque, dada a quantidade de transpiração, os defesas evitavam a marcação homem-a-homem, o que lhe valeu pelo menos dois golos; segundo, porque impôs ao respeito ao mostrar que pelo menos numa característica é igual ao melhor jogador coxeano, Tricky: no felpudo tapete de pêlos que lhe adorna a barriga.

Fernando Jesus: 16 – O pé esquerdo milagroso (não fosse ele o Filho de Deus) fez menos estragos do que no jogo do ano passado, mas Fernando Jesus foi, de novo, um peso pesado dos We Shall See. Competente no sector recuado e rápido no sector ofensivo, foi o maior responsável pela transição defesa-ataque da sua equipa, mostrando que, em futebol, o tamanho não conta. Quando foi à baliza demonstrou também muita atenção e reflexos, fazendo um punhado de boas defesas. Se antes foi Roberto Carlos, ontem foi Robben.

Pedro Portela: 15 – O Lampard dos We Shall See: remate poderoso, técnica evoluída e simplicidade de processos. Jogou em várias posições, o que atesta bem a sua polivalência (algo que, de resto, já tinha revelado a nível académico: tanto chumba caloiros em Métodos como mestrandos em Rádio). No final, congratulou-se por ter descoberto uma actividade em que os seus alunos conseguem ser ainda piores do que nos testes de Métodos de Investigação.

Alberto Sá: 12 – O falso lento trocou o Linux pelo Windows e as consequências não se fizeram esperar: poucos minutos depois de ter arrancado, Alberto Sá já tinha crashado. Enquanto esteve em campo, nunca conseguiu realmente entrar em jogo, tendo revelado algum excesso de confiança que se traduziu em muitas bolas perdidas. Ainda assim, torceu muito pela equipa enquanto esteve de fora, o que justifica a nota positiva. Isso e o facto de o autor destas linhas ainda não ter completado a cadeira de Informática e Telecomunicações.

Miguel Bandeira: 14 – O Davids (jogou de óculos) do We Shall See foi dos mais aplaudidos pela bancada. Certinho e com bom passe, foi de grande importância para assegurar a estabilidade da equipa. Apenas deixou algo a desejar no capítulo da finta, e aí encarnou notavelmente a figura de Moisés Martins: quando pegava na bola começava a dar voltas e mais voltas e no final ninguém percebia muito bem qual era a ideia…

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NDE: Aguardem mais novidades. O vídeo do jogo será publicado no próximo sábado.

 

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Coxos despedem-se do pavilhão com vitória gloriosa

Junho 26, 2008

Em dia de jornada dupla (Os Coxos começaram o dia com um jogo contra os Atoladinhos remendados e têm, mais tarde, o jogo de desforra contra a poderosíssima equipa We Shall See Football), a equipa perneta fez uma despedida condigna do pavilhão universitário. Sem Rui, Phillipe e Tricky, coube a Zé Pedro (empréstimo do Rossas FC por um dia) e a Paulo Paulos (o africano aceitou fazer um jogo por uma equipa com menos centímetros de pénis) levarem a claque ao delírio, com um 11-9 que premeia a furtividade e garra dos jogadores de uma só perna.

Do outro lado, os Atoladinhos apresentaram uma equipa muito particular. Xu e Bola de Fogo serviam a dupla atacante Bruno Simões e Alexandre Carvalho, e Ricardino ora ia à baliza ora trocava com o senhor-do-pavilhão-mas-o-mais-alto-que-o-sr.-Pinto. E foi pelos pés de Ricardino – à altura a jogar provisoriamente pelos Coxos, enquanto Paulo levava os outros dois Paulos à casa de banho para vomitar a bebida da noite anterior – que Os Coxos chegaram à vantagem. 

Minutos depois, Sabino, muito activo, levava o marcador aos 2-0. Mas os Atoladinhos, aguerridos, chegaram, através de Sousa Carvalho e de Ricardino, ao empate. Os Coxos marcaram por Zé mas rapidamente Bruno Simões pôs o resultado em 3-3. E, a partir daí, o jogo foi bastante disputado: Alex jogava bem de costas para a baliza, Bola de Fogo era uma seta apontada à baliza, Xu superiorizava-se ao ataque vermelho, Ricardino era um poço de força (embora pouco esclarecido no ataque) e Bruno Simões trabalhava imenso em todo o campo.

Apenas através de muito suor e empenho Os Coxos se adiantaram no marcador. Zé assumiu as despesas do jogo e Sabino e Paulo Paulos atacaram com todas as forças. Um, dois, três, e Os Coxos chegavam ao 6-3. Em poucos minutos houve mais quatro golos – dois para cada lado -, numa altura em que Teixeira já fazia das suas na frente.

Com o resultado em 8-5, Zé teve de ir ministrar uma aula, deixando os valorosos coxeanos a jogar com menos um. Até ao final decorreria ainda quase meia hora de jogo, com Romano muito trabalhador e Paulo Paulos e Sabino afoitos no contra-ataque. Quando o jogo chegou aos 9-8, combinou-se que o vencedor seria o primeiro a chegar aos dez (má contagem, porque nessa altura o jogo estava, efectivamente, a 10-8, soube-se pelo vídeo mais tarde). Ricardino marcou o 9-9 e, com mais um jogador, os Atoladinhos tinham tudo para ganhar a partida.

Mas Os Coxos fizeram justiça pelos pés do jogador africano emprestado. Sabino colocou em Paulo, Paulo gritou a Paulo para chutar e este, por sua vez, avisou Paulo. Paulo Paulos, a Santíssima Trindade, colocou a bola na baliza atoladinha e fez o 11-9 com que Os Coxos se despediram. Um belo jogo, para recordar mais tarde.

Teixeira: 15 - O guarda-redes esteve inspirado e raramente falhou. Teve oportunidade para facturar quando foi à frente, mas foi bastante perdulário. Na fase de maior assédio atoladinho assumiu, contudo, uma importância crucial. Após duas épocas pouco conseguidas, Teixeira fecha a sua participação no curso de CC com uma época de grande nível.

Ricardino: 12 – Apesar de ter jogado poucos minutos, o atoladinho ainda foi a tempo de marcar um golo e coçar duas micoses. A forma como ajeita o pénis durante as paragens de jogo continua a distingui-lo dos demais jogadores.

Paulo Paulos: 15 - Começou mal, a dar um golo ao adversário, e durante a primeira metade esteve um pouco apático. Mas, a partir da saída de Zé, conseguiu arrancar para uma exibição plena de força. Três golos muito bons, um pelo meio das pernas de Xu, outro de pé esquerdo e outro num remate de primeira. Útil e prático, provou que um pénis grande não atrapalha na hora de fintar. Prestação razoável na baliza.

Romano: 15 - Outro jogador que foi crescendo ao longo do jogo. Começou simples e expedito, mas foi na parte final que sobressaiu, com três golos – num deles ganhou no ombro a Xu, aguentou duas cargas e chutou para a baliza deserta – e muito suor. Apesar do problema de costas e do jogo de logo à tarde, Romano tornou a defesa sólida e ainda teve fôlego para lançar os colegas na frente. Boa exibição, depois de jogos menos conseguidos.

Marcos Sabino: 16 - Três golos e duas assistências são o pecúlio de um jogador cada vez mais acutilante e que, desta vez, até foi pouco perdulário. Revelou uma boa visão de jogo e uma grande velocidade, especialmente nos contra-ataques. Na fase final, muito desgastado, lançou, com passes açucarados, os colegas de equipa para os golos que deram a vitória. Depois uma noite de sexo tórrida (a namorada Helena garantiu que isso lhe dá força), veremos agora como estará Bino no jogo de logo à tarde.

Zé Pedro: 15 - Simples, não exagerou nas fintas e foi capaz de controlar o jogo a meio campo, defendendo bem e lançando os colegas com passes longos. Esteve em quatro golos, marcando dois e dando dois a marcar. A barriga, que tem crescido desde que começou a dar aulas, tornou-o mais lento mas a técnica continua lá. Tem de aumentar as doses de sexo, de forma a perder peso.

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Crónica de um empate mentiroso

Junho 22, 2008

NDR – A presente crónica foi escrita pelo fanático, violento e agressivo Alberto José Teixeira, líder das SS Coxos, a claque Coxeana. A pedido dos jogadores, o sodomita tiffosi elaborou a crónica e atribuiu as notas ao plantel. Foi a forma de o clube agradecer o apoio incondicional e o seu fanatismo fenomenal. Como verão pela crónica, o fanatismo continua mesmo fora do campo. Obrigado, Berto.  

Nas vésperas do jogo mais importante da época – Coxos vs. We Shall See – a equipa perneta realizou mais um jogo amigável frente ao Rossas FC. Os Coxos e a massa adepta, que respondeu em massa ao convite, viram a vitória ser-lhes negada nos últimos minutos, por uma decisão no mínimo polémica e controversa. O jogo de quinta-feira terminou com um empate amargo a duas bolas, mas a exibição coxeana agradou de sobremaneira ao seu público.

Com o regresso de Pedro Romano, após um diferendo com o seu equipamento, a defesa coxeana mostrou-se consistente durante todo o jogo e esse foi o segredo para uma vitória, que só não aconteceu devido ao fair-play dos membros da sacrossanta instituição. Vendo-se em desvantagem, os jogadores do Rossas decidiram afirmar que o golo foi irregular… Que falta faz um árbitro imparcial!

A turma coxeana entrou nervosa no jogo. A instabilidade traduziu-se num golo madrugador para o Rossas, mas ao que parece o golo fez bem aos Coxos. A equipa estabilizou passando a jogar melhor. Tricky concretizou esse ascendente no golo do empate.

Nova desatenção na defesa e novo golo do Rossas. Contudo, o empate não tardou, desta feita pelo sempre cheiroso Sabino. Feito o 2-2, o domínio dos Coxos foi notório. A equipa adversária apenas a espaços criava situações de perigo. A defesa coxeana não dava espaço e quando os concedia Teixeira respondia prontamente. Rui foi também uma peça bastante útil neste jogo. O número 10 esteve bem a destruir jogo, tendo demonstrado muita raça e agressividade.

Apesar das diversas tentativas de Tricky e Sabino, o marcador não mais funcionou, apesar de Sabino ter ainda levado a bola a bater nas redes, num tento polemicamente anulado. A massa associativa espera ansiosamente o encontro entre Os Coxos e o We Shall See, deixando desde já a promessa de que irá comparecer em peso àquele que poderá ser o último jogo deste clube.

Teixeira: 16 - O guardião mostrou-se seguro a toda a linha, mesmo quando saia da área com a bola controlada. Sempre que foi chamado a intervir fê-lo com grande tranquilidade. Não teve qualquer responsabilidade nos golos.

Phillipe: 15 - O capitão esteve bem na defesa. A sua voz de comando foi uma das chaves para a consistência defensiva dos Coxos. Phillipe não teve medo de dar o corpo ao manifesto e sempre que preciso dava apoio ao ataque, não comprometendo as suas funções defensivas.

Rui: 14 - O suplente dos coxos esteve muito bem no jogo, sobretudo no que toca a defender. Sempre raçudo e agressivo, Rui destruiu o jogo dos Rossas. Pecou apenas em alguns momentos, com passes falhados e remates que não levavam perigo.

Sabino: 18 - Atrás ou frente, Sabino esteve bem. Os dois golos que marcou, um deles mal anulado, mostram bem a tarde inspirada que o 9 teve. Alguns cortes e recuperações de bola fazem de Sabino o melhor jogador em campo.

Tricky: 17 - Sempre ao melhor nível. Foi a alma da equipa, o pensador de jogo juntamente com Pedro Romano. Marcou um golo, fez passes importantes e ajudou a defesa. Esteve um pouco perdulário na fase final da partida.

Romano: 16 - O seu regresso fez Os Coxos jogar como uma equipa. Foi o principal responsável pela ligação entre defesa e ataque. Ao lado do capitão, coordenou bem as funções defensivas.

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Coxos sem pernas para rossar a vitória

Junho 18, 2008

Terminada a época competitiva, a equipa de uma só perna dedica-se agora à disputa de amigáveis, para não perder ritmo competitivo. O Rossas FC enfrentou e venceu a equipa coxeana por 8-3, num jogo disputado quinta-feira no Pavilhão Desportivo Universitário da Universidade do Minho. Nenhuma das equipas se apresentou com suplentes. O exame de Cibercultura na próxima terça-feira já perturba a mente dos jogadores coxeanos e que levou Pedro Romano a esquecer-se do equipamento no carro do pai. Os Coxos ficavam assim sem o seu jogador-treinador-preparador-físico.

Os Coxos iniciaram o jogo com Sabino e Phillipe a actuaram no eixo da defesa, deixando o trabalho duro de marcar golos para Rui e Tricky. O Rossas FC estava bem organizado e apenas em contra-ataque a equipa de uma só perna conseguia criar algum perigo. A avalanche ofensiva rossense acabaria por dar os seus frutos Zé Magalo (nome fictício) faria o 1º. O domínio Rossense originou mais alguns golos mas Sabino reduziria a desvantagem, ao aproveitar o remate portentoso de Rui Rocha ao pilar de ferro lateral interconectado à barra.

Depois de reduzida a diferença para 1-4, a equipa Coxeana entusiasmou-se e começou a acreditar na vitória. Desde a rectaguarda, o capitão Phillipe ia dando as indicações defensivas, sendo Sabino e Tricky os motores da ofensiva Coxeana.

Apostados numa estratégia de maior pressão ofensiva, os Coxos conseguiram marcar o seu segundo golo. Numa rápida reposição de bola por Tricky, Sabino facturou em frente à baliza do Rossas. O marcador, agora, mostrava 2-4 e crescia o entusiasmo e a confiança da equipa Coxa.

Porém, a ausência de suplentes e a fadiga muscular evidenciada por Rui, obrigado a um papel híbrido de falso defesa e ainda mais falso atacante, criou demasiadas fissuras na área defensiva Coxa, que foram sendo aproveitadas pelo conjunto forasteiro para ir aumentando a vantagem. Perto do final da partida, o resultado estava em 2-7, com um desvio padrão de 0,75.

Mas, o melhor estava mesmo reservado para o fim. Em trabalho defensivo, o Animal Coxeano, Tricky, resgatou a bola dos pés de um adversário e levou o jogo para a área contrária. Entrado na área, e confrontado com a saída do guardião contrário, Tricky segurou a bola entre os pés, levantou-a num movimento de rotação áerea, fazendo a mesma sobrevoar num ângulo de 180º, entrando no canto superior direito da baliza Rossense. À falta de melhor termo para descrever a proeza do nº11 Coxeano, fica a certeza de que se tratou de um “golo à Tricky” – o lance está patenteado.

Para tirar as dúvidas sobre o que é um golo à Tricky, basta consultar o vídeo que retrata os melhores momentos da partida entre Coxos e Rossas.

Amanhã será dia de novo jogo entre estas duas equipas. A partida, com início marcado para mas 14h00, terá lugar no Pavilhão Desportivo d’Os Coxos FC, e os bilhetes custam €2. Desta vez, a equipa representativa do Império Coxeano conta estar na máxima força.

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Notas:

Teixeira: 11. O guardião Coxeano revela estar cada vez mais confiante entre os postes. O problema continua a ser mais ao nível da cobertura defensiva da equipa que o deixa exposto em demasia. Jogou na frente e ainda criou alguns problemas na defesa do Rossas.

Phillipe: 11. O capitão da equipa esteve em bom plano na defesa, mostrando-se disponível na hora de interceptar as jogadas ofensivas dos seus adversários. O problema continua a ser a excessiva fixação em terrenos defensivos e a estranha apetência por marcar golos na própria baliza contra o Rossas.

Rui: 11. El directore nadou por águas desconhecidas. Destacado para ser o parceiro de Tricky na frente de ataque, rapidamente o tanque ficou vazio e passou a vaguear pelo meio campo. Teve o mérito de enviar uma bola ao poste, lance aproveitado por Sabino para inaugurar o marcador. Fez mais um bom remate de fora da área, mas falhou demasiados passes e complicou em demasia alguns lances que pareciam fáceis. Precisa de melhor a marcação.

Sabino: 13. Neste final de temporada, Sabino mostra estar em boa forma. Disponível fisicamente, o Gilardino Coxo revelou bons pormenores na defesa e foi o elemento responsável pela ligação defesa-ataque. O seu pulmão solitário não lhe permite cumprir os 40 minutos ao mesmo ritmo, mas é sempre dos jogadores mais presentes em campo e dos poucos que consegue segurar a bola. Marcou 2 golos e esteve nos melhores lances da equipa. Uma boa exibição.

Tricky: 13. O Animal Coxeano esteve em bom plano. Raçudo e aguerrido na recuperação de bolas no ataque, conseguiu ainda ser presença regular nos movimentos defensivos da equipa. É o jogador mais constante ao nível físico, conseguindo estar quase sempre nos locais onde é preciso. Pouco inspirado nos remates de fora da área, marcou um golo de antologia, um hino ao futebol que merece ser visto, revisto e ensinado aos mais pequeninos. Só por esse golo, já valia ter comprado o bilhete para a partida.

Romano: 0. Não correu, não passou, não rematou e não interceptou. Simplesmente, Romano não esteve em campo, deixando a equipa ainda mais Coxa do que aquilo que ela já é. Esquecer-se do equipamento no carro do pai não é digno de um sub-capitão Coxo. Muito menos de um jornalista do Diário Económico. Já imaginaram o Martim Avillez Figueiredo a esquecer-se de consultar os movimentos do PSI-20?