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Os Coxos assinalaram mais um aniversário da morte de Tricky com uma vitória que terá feito o peludinho cofiar os pêlos do peito com a satisfação. A pouco mais de um mês do Torneio Moisés Martins, os vermelhibrancos – agora vermelhinegros – deslocaram-se ao campo nogueirense dos Tricky Maniacs, primos e amigos do eterno 11, e venceram categoricamente por 8 a 2.

A Instituição Coxeana chegou debilitada a este amigável. O titularíssimo Teixeira não actuou e assistiu da bancada, ainda a recuperar de uma operação oftalmológica. Phillipe Vieira, o também presidente, declarou que não estaria presente, num claro sinal de que continua forte o descontentamento de vários jogadores coxeanos com o seu timoneiro, após o ataque selvagem das SS Coxos ao balneário onde os pernetas recuperavam do desaire na final do IV Torneio Moisés Martins. De acordo com vários jornais de Freixo de Espada à Cinta, pelo menos Ivo, Pires e Bininho, jogadores considerados imprescindíveis para a turma coxeana, deverão apresentar os seus pedidos de rescisão.

Com o vianense Fernando no posto de Teixeira, Os Coxos apresentaram-se com Ivo, Neri, Luís e Pires num 5 titular alcançado através da fórmula vencedora total de convocados – Rui no banco = titulares. Neri fixou-se na retaguarda, com o apoio de Ivo, e os volantes Luís e Pires garantiram as despesas atacantes. Aos 5 minutos, o poderio atacante d’Os Coxos já se fazia notar, com duas bolas ao poste após remates cruzados. O início da partida foi, porém, sobretudo cauteloso: Coxos e Maniacs procuraram acima de tudo não perder a bola na defesa e passá-la com segurança entre defesa e ataque.

Aos 10′ começou o show Fernando: o veterano guarda-redes demonstrou o porquê do honroso convite para substituir Teixeira e, ao melhor estilo do grandalhão coxeano, defendeu o primeiro de vários remates bem colocados pelos oponentes. Após lances de ataque de ambas as partes, num jogo até aí equilibrado, foram os Tricky Maniacs os primeiros a desempatar a partida: aos 19 minutos, finalmente, o rápido e tecnicista atleta de camisola azul fez o primeiro do que viriam a ser dois golos da sua equipa. Logo a seguir, num lance que partiu das mãos de Fernando, rápido e forte na reposição para o ataque, Luís Romano fintou pela direita e num lance individual rematou para o ângulo oposto.

Estava feito o empate, que não satisfazia Os Coxos. Embalados, os vermelhos arrancaram aos 24′ para o 2-1 num lance saído dos pés flavienses de Hugo Pires. Apenas um minuto depois, Neri fintou pela esquerda e, com o controlo de bola que só ele tem entre pernetas, desenvencilhou-se do opositor antes de rematar para o 3-1.

Rui e Sabino iam rodando com os titulares. Mais Rui do que Sabino, zonzo após ter ingerido um cheesecake enquanto ouvia mais uma indigesta conferência de imprensa de Bruno de Carvalho. Rui, agora com o n.º 85, acabaria por iniciar aos 32′ um dos lances de golo mais bonitos do jogo, ao passar adiantada a bola para a esquerda onde Neri, vindo de trás, cruzaria para o remate certeiro de Luís. Mais um para o novo 10 dos pernetas. Ao inédito 4-1 d’Os Coxos, na primeira parte de uma partida, os Maniacs reagiram no início da segunda com lances de grande poder ofensivo: a segunda meia hora da partida acabaria por começar com os Tricky Maniacs a pressionarem Os Coxos no seu reduto, rematando para grandes defesas de Fernando e dos dois postes que aqui e ali o salvaram da fúria das SS Coxos.

O golo chegaria só aos 47′, já Sabino estava outra vez capaz de correr: após vários lances de insistência dos Maniacs, Diogo rematou para o fundo das redes dos aleijadinhos. Depois só deu Coxos, numa altura em que os Maniacs davam tudo por tudo para reduzir dos 4-2, deixando a defesa desguarnecida: Rui dilatou a vantagem para 5-2 aos 49′, num lance de contra-ataque pela direita; Luís fez aos 51′ o terceiro da conta pessoal após novo cruzamento de Neri; Sabino fez (57′) a alegria dos adeptos num lance fotocópia de outro com anos em que, na cara do guarda-redes adversário, puxou a bola para a esquerda e, já em queda, rematou para o fundo das redes. Bininho viria a ficar estendido no campo, necessitado de um outro cheesecake que o trouxesse à vida.

Por fim, aos 59′, num lançamento de linha lateral, Rui meteu a bola pelo ar no caminho de Luís, que rematou de primeira para o canto inferior contrário ao do guarda-redes. O resultado final era injusto para os Maniacs, sobretudo após uma segunda parte esforçada e de grande acutilância ofensiva. Mas estava feito: 8-2 para os eficazes vermelhos, fortíssimos candidatos a receber o canudo no V Torneio Moisés Martins.

Last but not least, importa salientar a presença infatigável da massa adepta de ambos os clubes. A família de Romano e de Tricky esteve presente em peso no jogo, ostentando cartazes de homenagem ao felpudinho, gritando pelas equipas e, no final, oferecendo um Porto e fatias de bolo, porque o dia era de festa pelo Tricky e as nossas barrigas não engordam sozinhas.

Avaliação dos jogadores:

Fernando: 17 – Esteve em grande plano na baliza, defendendo tudo e mais alguma coisa com as mãos e com o corpo. Só não fez esquecer Teixeira porque ele estava ali mesmo ao lado, com a câmara de filmar em punho (estamos a brincar, Teixeira, serás sempre o nosso grandalhão!)

Neri: 18 – Jogou atrás ao contrário do habitual, e notou-se-lhe uma vocação especial para o novo papel em campo: sólido a defender, o forte esquerdino d’Os Coxos também atacou com perigo e foi generoso a assistir os colegas.

Ivo: 16 – Defendeu bem e não complicou no ataque. Ivo foi mais uma vez um jogador importante para a equipa, eficaz quando foi preciso o seu contributo. Há rumores de que estaria desinspirado por estar em vias de apresentar um pedido de rescisão unilateral ao clube.

Luís: 18 – Luís é cada vez mais o ‘matador’ d’Os Coxos. Rápido nas transições, passa bem e finta os adversários com grande destreza. O remate está cada vez mais apurado, fruto de osmose com a camisola do antigo nº 10.

Pires: 16 – Fez apenas a primeira parte e abandonou o terreno na segunda para atender uma chamada do seu agente, com uma proposta de última hora Barcelona FC. Antes disso, Pires foi dos mais inconformados no ataque d’Os Coxos numa altura do jogo em que os Maniacs estavam mais perto de empatar ou até de vencer a partida.

Rui: 16 – Esteve bem, nem parecia ele. Marcou bem na defesa, estando em cima dos adversários e cortando a bola, e seguiu para contra-ataques venenosos, chegando mesmo a marcar um golo e a dar outro. Deveria ter passado mais a bola no ataque.

Sabino: 14 – Uma corrente filosófica de tipo comunitarista entende que o problema foi o cheesecake; outra, de pendor liberal-conservador, diz que Sabino não se preparou suficientemente nos últimos 3 anos, chegando mesmo a ostentar uma barriguinha inédita no antigo magriço de Gaia. Bininho foi o menos utilizado, mas não comprometeu quando jogou e chegou mesmo a facturar num lance que o lembra com menos 50 quilos, há uns anos.

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Sílvio já é Coxo!

Posted: Janeiro 20, 2018 by Os Coxos in Polémica e fait-divers, Transferências

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Sílvio Mendes já é jogador d’Os Coxos. Com contrato até 30 de Fevereiro de 2021, o barbudo polivalente, ou barrigudo valente, fica com uma cláusula de rescisão de 40 milhões de kwanzas, à taxa vigente no auge da Guerra Civil de Angola. A operação financeira da Instituição Coxeana foi terminada na manhã deste sábado, dia 20, e é um presente de aniversário da massa adepta ao eterno Presidente Phillipe Vieira.

Como anunciámos a 6 de Janeiro, a prestação de Sílvio no jogo de homenagem ao Romano foi notada pela massa adepta. Dois dias após 23 de Dezembro, em pleno dia de Natal, uma petição das SS Coxos, a principal e mais antiga claque d’Os Coxos, reuniu 23,2 milhões de assinaturas pedindo a Phillipe Vieira que iniciasse conversações com Sílvio e com o Marzápios FC, o seu clube de sempre.

Phillipe reuniu o Comité Central coxeano e deliberou avançar para a contratação do peludinho, com o apoio financeiro da Doyen Sports. A operação envolveria um esforço assinalável da parte do emblema vermelho e preto: 2 milhões de Rials iranianos (cerca de 46 euros), o valor da cláusula de rescisão de Sílvio.

O anúncio da oferta por Sílvio caiu como uma bomba na sede do Marzápios FC, numa valeta do Bairro Alto, em Lisboa. A resposta de Paulo Gomes, o Presidente dos Marzápios, foi contundente: «Esperamos nova oferta, partindo do princípio de que conhecem a total indisponibilidade do clube do falo para ceder definitivamente os direitos barbudos de Sílvio Mendes.»

A Doyen Sports decidiu quebrar o acordo com a Instituição Coxeana, que se viu impossibilitada de avançar com a contratação. Até que Alberto Teixeira, líder totalitário da SS Coxos, vendeu alguns dos lingotes de ouro do espólio suíço da claque e assim arrecadou os 46 euros que libertaram Sílvio.

«O negócio está feito!», anunciou Phillipe Vieira no Facebook, ao bom estilo presidencial norte-americano. «O contrato inclui um vale de compra vitalício para a “Barbearia do Arco”. Everybody’s Got a Price: The art of the deal, Coxos style», rematou o Presidente aniversariante.

Em declarações à Coxos TV, Sílvio manifestou a sua felicidade com a conclusão do negócio: «O Sílvio está muito feliz. O Sílvio vai trabalhar muito para conquistar um lugar, vai treinar muito e com a bendição de Deus o Sílvio vai marcar muitos golos pel’Os Coxos. Me aguardem!»

Apoio da Doyen Sports permite bater cláusula de 2 milhões

A estreia de Sílvio Mendes pel’Os Coxos, no recente jogo de homenagem ao eterno Romano, convenceu definitivamente a direcção coxeana. Logo após o jogo, e em declarações à CoxosTV, o Presidente da Instituição Coxeana, Phillipe Vieira, lamentou a derrota perneta mas não se esqueceu de deixar uma nota sobre a prestação do estreante Sílvio: «É um jogador à Coxos!»

Dias depois, na edição online do New York Times, o mundo soube em primeira mão que o Comité Central do maior clube do mundo se tinha reunido na Trump Tower, em Manhattan, Nova Iorque. Foi à saída dessa reunião que aquele jornal norte-americano fotografou Nélio Lucas, o investidor português que detém parte do fundo de investimento Doyen Sports.

Na tarde de ontem, declarações exclusivas de Phillipe Vieira à CoxosTV esclareceram o teor das conversações na Trump Tower e adiantou que Os Coxos estavam a preparar-se para um negócio importante: «Não vou pormenorizar. O que posso dizer é que o Comité Central da Instituição Coxeana deliberou apresentar uma proposta por Sílvio Mendes e que, com o apoio da Doyen Sports, estamos em condições de bater a cláusula de rescisão do jogador dos Marzápios FC».

A cláusula milionária do craque marzápio, é sabido, é de 2 milhões de Rials iranianos (cerca de 46 euros).

Sílvio quer Os Coxos

Quem soube das movimentações aleijadinhas foi o jornal desportivo espanhol MARCA, que esta manhã entrevistou Sílvio Mendes, em Lisboa, dando-lhe nota das intenções coxeanas. Sílvio começou por responder: «Em Portugal, e até mesmo no Minho, nunca jogarei por outro clube que não o Marzápios Futebol Clube. Está fora de questão trair a equipa do meu coração!»

A meio da entrevista, porém, o polivalente jogador marzápio pediu um minuto para atender o telefone. Era Phillipe Vieira, o Presidente da mítica instituição mundial e bracarense. Segundo Xaquín Moreno, o jornalista da MARCA, a reacção estupefacta de Sílvio foi «Como disse? Pagam quanto?» Sílvio desligou o telefone e, de volta à entrevista ao jornal madrilenho, retomou a conversa dizendo: «Como eu dizia, sempre alimentei um certo fascínio pel’Os Coxos e o sonho de representar esse maravilhoso clube, pelo que é uma questão de falarmos sobre o assunto. Para além disso, o futuro a deus pertence. E o que é deus, senão a nossa capacidad€ d€ d€cidir bem, não é verdade?»

O plano coxeano para conquistar o V Torneio Moisés Martins

As negociações estão, portanto, bem encaminhadas: há interesse perneta, há interesse de Sílvio Mendes, falta apenas a formalização da proposta ao Marzápio FC, na pessoa do Presidente Afonso Martins. Os Coxos não querem hostilizar os marzápios, «equipa rival mas muito digna e meritória», nas palavras de Phillipe Vieira.

Os Coxos querem conquistar finalmente o Torneio Moisés Martins, na sexta edição que deverá acontecer em Junho de 2018. Para isso, o plano dos pernetas passa por reforçar o plantel: aos 8 jogadores que transitaram de 2017 para 2018 (Teixeira, Rui, Phillipe, Sabino, Pires, Ivo, Luís e Neri), a direcção coxeana quer juntar os veteranos Beja, coxo honorário desde 2005, e o craque Sílvio.

«Vamos ter três momentos anuais: um jogo de homenagem ao Tricky em Maio, o Torneio Moisés Martins em Junho e um jogo de homenagem ao Romano em Outubro. Nem sempre estamos presentes os 8 jogadores-base, pelo que a nossa equipa precisa de reforços: vamos continuar a convidar o nosso grande e eterno Beja, e queremos ter também connosco o Sílvio, com aquela barbinha sensual», anunciou Phillipe Vieira ao italiano Corriere della Sera.

As condições apresentadas pel’Os Coxos e aceites por Sílvio Mendes consistem num contrato até 2021, com cláusula de rescisão de 40 milhões e transporte garantido Paredes-Braga e Braga-Paredes no Lamborghini amarelo do colega de equipa Rui. O prémio de assinatura será um copo antes do primeiro jogo oficial de Sílvio pel’Os Coxos.

Falta, agora, conhecer a reacção do Marzápio FC à ofensiva coxeana.

Cenário de tantos outros jogos gloriosos do futebol perneta e, portanto, mundial, o Pavilhão Desportivo da Universidade do Minho voltou a receber Os Coxos para um jogo-que-nenhum-de-nós-queria-ter-jogado. A fechar 2017, os aleijadinhos receberam os Amigos da Marmota e homenagearam Romano, o seu mais recente camarada caído. O resultado não surpreenderia o homenageado: derrota por 7-9, depois de os pernicurtos terem estado a ganhar por 7-5.

Sem a presença da claque oficial, SS Coxos, mais ocupada com a supremacia branca, e também sem os seus esteios fundadores Phillipe e Sabino, a Instituição Coxeana contou com o apoio da família Constantino Romano e de muitos amigos, que deram mostras de um profundo conhecimento da história coxeana: nos cartazes lia-se «Marmotas, esta é fácil», «Foda-se, Teixeira» e «Rui, vai pró banco!». Esta última frase, já veremos, foi presciente.

O jogo começou empatado, o que não deixava de ser refrescante para Os Coxos. Minutos volvidos, Os Coxos adiantaram-se no marcador num lance de génio (liberdade criativa do redactor deste texto) de Rui. Aproveitando a pouca força do passe adversário para Zé, o pé canhão dos estropiados roubou a bola a meio caminho, adiantou-a e chutou com estrondo ao ângulo superior esquerdo dos azuis. Um golo que veio justificar, finalmente, as tantas vezes em que o pai do perneta teve de trocar a fechadura do portão que o filho adolescente rebentava a chuto de bola.

Nos 30 minutos seguintes, e até ao final da primeira parte, os pernetas deixaram-se cair: 1-1, 1-2, 1-3, 1-4 e 1-5, os golos das Marmotas sucediam-se, causados ora pelo avanço no terreno de todos os jogadores vermelhos, deixando Teixeira sozinho na retaguarda, ora pelas paragens nas sinapses de Rui ou por falhas defensivas de outros aleijadinhos.

Na segunda parte tudo mudou: logo a abrir, Pires passa de trivela para Paulos e este, recebendo no peito de costas para a baliza, fintou dois, fintou-se também a si próprio e chutou. A bola ainda embateu no poste, mas já lá morava. Logo de seguida, Pires recebe a bola, ganha em velocidade aos marmotos e chuta para golo, com força, ao ângulo inferior direito.

A recuperação dos estropiados prosseguiu com novo lance com o carimbo do Pogba coxeano: na defesa, Pires atirou longo para o coxo honorário Hélder Beja e este, fintando o adversário, pôs a bola na rede. Do lado de dentro. Minutos depois, os dois melhores em campo do lado vermelhipreto inverteram papéis: Beja ofereceu o golo a Pires, que com a baliza aberta só teve de encostar.

A reviravolta viria a concluir-se em seguida, com novo lance a sair do génio (no caso dele é a sério) de Pires. O 25 dos perna-e-coto pôs a bola em Paulo(s) e este atirou com um bico (especialidade do africano) para o canto superior contrário. A pujança perneta parecia não ter fim e, logo depois, Beja e Pires conduziram novo ataque letal para os Amigos da Marmota. Foi Pires quem fez o gosto ao monopé, pela terceira vez.

Mas a Marmota não desistiu. Com Zé e Joel particularmente inspirados, aquele no passe e este em força e resistência, o 7-6 aconteceu, depois o 7-7 do empate do “porra, queres ver outra vez?…”, logo depois o 7-8 do “vamos lá, Coxos, ainda conseguiremos!”. Já nos descontos, Rui sentenciou o jogo com… uma oferta ao adversário, a sua terceira no jogo.

Classificação dos jogadores coxos:

Teixeira – 18. Gigante, literalmente, o Rui Patrício dos aleijadinhos bloqueou muitos remates adversários, deu o peito às balas e salvou Os Coxos de uma derrota mais pesada. A sua expressão de desalento nos momentos em que a defesa coxa lhe falhou ficará para a História.

Rui – 12. Começou em grande, o agora 85, com um golo que levou o estádio ao rubro. Com o passar dos minutos, porém, o cartaz «Rui, vai pró banco!» ganhou algo de profético pré-apocalipse: Rui comprometeu fatalmente, dando três golos a marcar aos Amigos da Marmota.

Pires – 18. Inconformado, o rápido e tecnicista Pires fez a vida negra à defesa marmótica: fintou, passou, fez três golos e assistiu para outros 3 golos coxos.

Luís Romano – 15. Esteve menos rápido e acutilante do que já o vimos (talvez porque assumiu a camisola 10, que pertencia a Rui), mas foi uma peça determinante para a equipa. Luís, tal como Pires, é um dos jogadores-chave d’Os Coxos e isso ficou claro mais uma vez. Faltou-lhe o golo.

Hélder Beja – 16. Os anos já pesam e a velocidade não é a mesma, mas Beja mantém o controlo de bola e a visão de jogo de um Zidane de rua ao alcance da carteira coxeana. É coxo honorário e, mais uma vez, mostrou em campo os atributos que fazem dele importante para a equipa. Marcou e deu a marcar.

Ivo – 14. Cumpriu. O único coxo que se manteve fixo na defesa, para bem da saúde cardíaca de Teixeira, não comprometeu e manteve a equipa à tona nos momentos em que ela mais precisava.

Paulo(s) – 15. O africano catalão foi um jogador precioso na basculação (queria tanto escrever isto). Industrioso e versátil, provou que pode ter espaço numa equipa do mais alto nível. Mas para já, Paulo(s) terá de voltar para o Barcelona.

Sílvio – 14. Coxo estreante, Sílvio foi convidado especial para este jogo de tributo e não defraudou as expectativas. O marzápio revelou entrosamento com os paralimpicoxos e, tal como Ivo e ao contrário de Rui, foi um seguro de saúde para o portero Teixeira. Estará para breve uma proposta milionária para a sua contratação?

João Romano – 12. Não tem a técnica do irmão Pedro, nem a rapidez do irmão Luís, mas o mais jovem produto da cantera coxeana é voluntarioso e tem margem de progressão. O passe de João valorizou depois de mais este jogo pela equipa principal perneta.

Classificação dos Amigos da Marmota:

Macieira – 16. Em excelente forma física depois de ter perdido 25 kg nos últimos 5. meses. Calcou todos os terrenos do jogo apoiando as acções ofensivas, ajudando também a equilibrar quando a equipa estava focada no ataque.

Cobra – 15. Movimentação perfeita entre linhas, controlando e ocupando bem os espaços curtos disponibilizados pela defesa adversária. Autor de belos lances, contudo um pouco perdulário no momento da finalização.

Sêveas – 14. Teve poucos minutos em campo para deixar a sua magia, estando esta evidente na velocidade com que se levantou depois de ter sido atingido a tiro numa perna quando perseguia a bola para iniciar um letal ataque. Bom posicionamento e boa distribuição de bola nos minutos em campo.

Zé – 17. Com Joel, formou uma dupla letal, criando golos com os seus vários passes rasgados a cortar a defensiva perneta. Monstro do meio campo dos Amigos da Marmota, manifestou um excelente controlo da temporização do jogo, alimentando o ataque e apoiando a defesa.

Rashid – 14. Apagado devido à ausência de qualquer aderência por parte do seu calçado, ficou atrás de modo a controlar os contra-ataques coxos quando a equipa estava demasiado balanceada no ataque. Os períodos em que não esteve em campo coincidem com as recuperações dos Coxos.

Borras – 16. Assumiu o papel de capitão de peito cheio e esteve presente em todas as áreas de jogo, com posicionamento dinâmico e adequado, participando em dobras defensivas e em tabelas ofensivas. Em alguns lances os Coxos interceptaram alguns passes seus em zonas perigosas.

Joel – 17. Melhor marcador dos Amigos da Marmota. Conferiu maior amplitude e velocidade à equipa no último terço do terreno, contudo nem sempre tomou a melhor opção no momento do último toque, passe ou finalização. Evidencia algumas carências defensivas, mais evidentes nas bolas paradas dos Coxos.

Avelino – 14. O cabelo grisalho poderia fazer pensar que estava ali um jogador fácil de ultrapassar, ou a quem tirar a bola seria pinners. Mas Avelino Romano mostrou como se joga a pernetas com pouco mais de metade da sua idade. E ainda fez um cabrito que não será esquecido.

Imagem  —  Posted: Novembro 27, 2017 by Os Coxos in Historial de jogos

Pedro Romano, O Memorável

Posted: Outubro 9, 2017 by Os Coxos in Vida interna Coxeana

 

O que nós queríamos aqui escrever era a crónica de como o Romano tinha levado a equipa d’Os Coxos à glória e conquista – finalmente! – do Troféu Moisés Martins. Ou de como tinha terminado a enésima maratona. Ou escrito a letra do novo mega hit agro-punk dos The Codice. Ou ainda de como tinha acertado mais um reforço para Os Coxos, com o qual seríamos finalmente campeões intergalácticos. Era sobre isso que nós queríamos escrever.

Em vez disso, as circunstâncias obrigam-nos a escrever um texto para recordar a vida do nosso amigo Pedro Romano. Um texto para tentar descrever, com poucas palavras que pouco dizem, o quanto nós gostávamos dele e a falta que ele nos vai fazer. Um texto para tentar contar como era equiparmo-nos no balneário com o Romano ao lado a imitar o Moisés Martins ou a dar palmadas no rabo ao Sabino. Um texto para relatar como era receber a táctica da boca do Mister Romano antes dos jogos e depois ouvi-lo a reclamar quando o Phillipe perdia a bola na defesa ou o Teixeira deixava entrar um frango.

Posto isso, cumpre-nos o dever de sermos honestos com os nossos adeptos e leitores. Este texto não vai fazer nada disso. O Pedro Romano era um rapaz único, extraordinário, e de longe o melhor Coxo entre Coxos. Tinha uma personalidade singular, um sentido de humor maravilhoso que oscilava entre o fino e o grosseiro, uma inteligência em campo e fora dele que não encontrou igual nos 77 jogos que fez com o emblema perneta ao peito. E, por isso, não seremos capazes de fielmente expor todas as razões pelas quais nós nunca iremos recuperar do seu desaparecimento.

A violência da notícia da morte inesperada do nosso Romano só encontra paralelo na tristeza que sentimos quando o Tricky nos deixou há dois anos. Mas se todos sabíamos que o jogo do Tricky estava a aproximar-se do seu cruel final, ninguém antecipou que o último capítulo das aventuras do Pedro Romano já tinha sido escrito.

E é daí que vem o choque que todos sentimos. Ninguém conseguiu ver que o Romano pudesse estar a sofrer interiormente. Provavelmente, porque mais ninguém conseguia ler o jogo como o Romano, nenhum de nós percebeu que algo estava mal. E para sempre ficaremos tristes também por não termos sido mais perspicazes. Por não termos oferecido ajuda. Por não termos estado mais presentes.

O Phillipe pode ter dado o nome aos Coxos e sido o capitão original; o Rui pode ter desenhado o emblema e lançado o blogue; o Sabino pode ser o melhor marcador; o Teixeira o Coxo mais importante (porque ninguém quer ir à baliza); e o Tricky o autor do golo mais genial. Mas o Romano era os Coxos. Era ele quem nos mantinha juntos, mesmo quando a vida nos levou para longe de Braga. Era ele que preservava o blogue e o Facebook, actualizava as estatísticas, marcava os amigáveis, organizava os torneios, e recrutava jogadores novos – porque a idade, o peso, e a distância não perdoam e os Coxos precisam de mais coxinhos agora do que nunca.

Por isso, nada mais será como dantes. E não poderia ser. O Tricky e o Romano deveriam continuar aqui. Somos muito novos para já estarmos a escrever elegias a camaradas caídos. O que nós queríamos era ter aqui os nossos amigos. Mas sem o Romano, como sem o Tricky, os Coxos não vão desaparecer. Seremos diferentes, é certo: um grupo mais triste e menos excepcional. Jogaremos com o peso de dois lutos precipitados. Mas daremos tudo.

Há 11 anos atrás, publicámos neste blog um texto dando algumas alcunhas aos nossos atletas. Nem todas se tornaram lei. O Daniel será para sempre o Desaparecido e não o Habilidoso. O Rui é o nosso Direttore e não o Generoso. Mas, nesse texto publicado a 18 de Julho por um jovem universitário com a vida inteira pela frente, demos ao Romano o cognome Memorável. E, tantos anos depois, esse é o melhor adjectivo para descrever o nosso número 5: memorável, isto é, digno de ficar na memória, célebre, notável.

As memórias do rapaz envergonhado que disse não à praxe, mas que se revelou no maior desbocado do curso. As memórias do rapaz demasiado inteligente que pedia para assinarem por ele em TAD e Psicologia e que, em troca, escrevia a fatia de leão dos trabalhos às disciplinas. O rapaz que deixou crescer a barba e o cabelo para melhor fazer de Moisés Martins para a performance de Técnicas (e que insistiu entrar na sala ao som de Sexy Boy de Shawn Michaels). O mesmo rapaz que depois da performance fez a barba mas deixou um bigode para ir jogar futebol nessa tarde.

Este é o mesmo rapaz que decidiu que seria um grande jornalista de Economia em Portugal e que, depois de se tornar num dos melhores jornalistas de Economia em Portugal, decidiu deixar de ser jornalista. O mesmo rapaz que oferecia a cama dele e ia dormir para o sofá quando tinha visitas em Lisboa. O mesmo rapaz que chegou às 22h30 a um jantar marcado para as 20h e pediu desculpas pelo “ligeiro atraso”, com um sorriso malandro.

Não, nada mais será como dantes e não é com um texto publicado neste blog que faremos justiça à memória do nosso Romano. Mas talvez seja um começo. Talvez consigamos vencer a próxima edição do Torneio e entregar a taça ao Romano. Talvez todos juntos consigamos manter o blog, combinar encontros e marcar torneios. Talvez todos juntos sejamos quase tão bons quanto o Romano era sozinho. E talvez na companhia uns dos outros recuperemos um pouco da magia que ele nos deixou.

Sim, porque sempre que o Sabino, o Teixeira, o Phillipe e o Rui se reunirem (juntamente com os Coxos que entretanto compuseram o resto da equipa), o Tricky e o Romano estarão por perto. Na verdade, eles estarão sempre lá connosco, pois eles fazem sempre parte do grupo original de malandros e bons rapazes que queriam divertir-se e jogar futebol. Um grupo de jovens cheios de vida que procuraram tornar a sua experiência académica ainda mais rica ao criarem uma Instituição que serve hoje de baluarte da eterna amizade que os une.

E já que estamos a falar em Romanos, não nos esqueçamos que os Coxos mantêm um Romano no plantel. O nosso Luís Miguel, irmão do Pedro e primeiro produto da cantera Coxeana, continuará a fazer parte do grupo e a garantir que o nome Romano é sinónimo de golos, talento e raça, como demonstram os seus 40 golos em 41 jogos. O Luís é o presente e futuro d’Os Coxos e hoje mais do que nunca queremos que ele saiba que é um dos nossos e que estaremos sempre ao lado dele e da sua família. Coxo uma vez, Coxo para sempre.

Ai Romano, Romano. Os Smiths cantam que há uma luz que nunca se apaga. Cantam-no em inglês, mas o sentimento é universal. A tua luz nunca se apagará em nós. A tua voz nunca deixará de ser ouvida por nós. A tua liderança nunca deixará de ser respeitada por nós. A tua presença nunca deixará de ser sentida.

Romano, foste, és e serás sempre digno de ficar na memória. Célebre. Notável. Por te conhecermos, nós somos hoje melhores pessoas. E, por isso, o nosso muito obrigado, amigo.

Até sempre.

Prémios coxeanos 2016/2017

Posted: Setembro 18, 2017 by Os Coxos in Briefings e notícias, Prémios, Uncategorized

A nova época está aí. Depois de semanas de grande debate e aturada compilação de estatísticas, aqui ficam os prémios da época 2016/7:

  • Jogador mais assíduo: não atribuído
  • Melhor marcador: João Santos (4 golos)
  • Rei das assistências: João Santos (3 assistências)
  • Melhor Média: não atribuído
  • Bola de Ouro Coxeana: João Santos

Os prémios do ano passado podem ser consultados aqui.

Foi uma longa guerra, com muitas batalhas pelo meio, imenso suor e um punhado de lágrimas. Mas, dois anos depois dos primeiros sinais de uma complicada lesão nos tornozelos, o tempo de pendurar as botas chegou. Rui Passos Rocha, atleta coxeano que enverga o número 10 nas costas a marca do matrimónio eterno no anelar direito, anunciou hoje a retirada oficial dos campos de futebol. É um dia triste, para o jogador e para a equipa.

A história da lesão é longe. O atleta, também apelidado de Il directore quando jogava na Universidade do Minho (e de outras coisas quando não passava a bola), contraiu um problema complexo e de resolução complicada em 2015. Os tornozelos davam sinais de fadiga. As peladinhas em Lisboa, que ele frequentava com tanta intensidade na esperança de granjear a titularidade coxeana, tornaram-se aos poucos um suplício. Os golos escasseavam, as idas ao médico multiplicavam-se. Cada embate era um risco, cada finta um suor frio. A medicação, que no início aliviava as dores e lhe dava forças para continuar a lutar, deixou de fazer efeito. Aos 31 anos, Passos Rocha atirou a toalha ao chão.

Durante os 11 anos de serviço coxeano, Rui fez 67 jogos e marcou 30 golos. Na época 2013/14 foi inclusivamente o melhor marcador da equipa, com um total de cinco golos. A nível de prémios colectivos, venceu o Torneio Inter-gerações (2011/12), e chegou à final da I Gambotaça (2012/13), do I GP Moisés Martins (2013/14) e do IV GP Moisés Martins (2016/17). Podem ver aqui uma homenagem videográfica ao Rui.

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Vídeos do IV GP Moisés Martins

Posted: Junho 22, 2017 by Os Coxos in Historial de jogos, Multimédia

É verdade, já está tudo disponível. É só consultar o primo Youtube, que nunca falha.

 

Em 2016 escrevemos:

Rinus Michels disse um dia que a beleza do futebol está na sua imprevisibilidade. «Tanto pode ganhar a mais inspirada e talentosa dream team como o mais incompetente dos agrupamentos desportivos». O III Grande Prémio Moisés Martins – o Torneio do Centenário mostrou que Michels tinha razão: o resultado surpreendeu tudo e todos, sim; e o vencedor não foi a mais inspirada e talentosa das equipas.

Para espanto de todos os que participaram no IV Grande Prémio Moisés Martins – o Torneio da Raça, o vencedor voltou a ser o mesmo: a Squadra Azzura. A equipa capitaneada por Francisco Abreu apresentou-se em grande forma no torneio, e conseguiu mais uma vez chegar à final do mítico troféu académico. Na batalha derradeira com a Instituição Coxeana, a Squadra deu a volta a um resultado inicialmente negativo, obtendo uma vitória por 2-1 que a torna a primeira equipa a chegar ao biMartins no curso de Ciências da Comunicação.

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O segredo da vitória – que deixou as hostes coxeanas lavadas em lágrimas – foi muito esforço, dedicação, trabalho… e um reforço significativo de plantel, que se apresentou com um invejável lote de novos jogadores. Com nove atletas na equipa, a Squadra conseguiu sempre manter a forma física, e lutar até ao fim em todos os jogos. E, no fim… ganhou.

A Instituição Coxeana ficou em segundo lugar, e a terceira posição do pódio ficou ocupada pelo COVFEFE, uma equipa nascida da junção da presença (espiritual…) dos professores do curso a alguns mais velhos. Essa equipa, de resto, também ‘deu’ ao torneio o seu melhor marcador, o veterano (47 anos) José Ramada. Todos os números estão, de resto, disponíveis no habitual documento oficial do torneio (IV GP MM – Relatório Final). Quanto ao resto, notaríamos o seguinte:

  • Squadra Azzurra: Quarto ano de participação, segunda vitória. Tiveram mérito e engenho mas, como habitual, também uma boa dose de sorte. Estiveram a perder na meia-final por 2-0, e conseguiram empatar nos últimos minutos. Nas grandes penalidades, a sorte sorriu-lhes – foi a terceira vitórias na lotaria em apenas duas edições… Chegados à final, apanharam-se a perder por 1-0, mas acabaram por dar a volta. São o alvo a abater no próximo ano.

 

  • Os Coxos – Apresentaram-se a alto nível. Capitaneados por um seguro Teixeira, e conduzidos em campo por um Neri de gabarito, fizeram uma fase de grupos perfeita, limpando os Africans e Psicopitos com 3-0 e 3-1. Nas meias-finais voltaram a correr o adversário COVFEFE com três golos (3-2). Só na final, à qual chegaram muito cansados e desgastados (eram apenas 7 atletas) é que tombaram. No final, a frustração era visível. Hugo Pires, que também fez um grande torneio, lamentou-se: «Era a nossa última oportunidade de ganhar um título». Mas para o ano há mais.

 

  • COVFEFE: A equipa “dos professores” (como continua carinhosamente a ser apelidada) apresentou-se em boa forma no torneio. Passou em segundo na fase de grupo – apenas atrás do vencedor Squadra Azzurra -, mas tombou contra Os Coxos nas meias. Recuperou a honra no jogo do terceiro e quarto lugar, que serviu ainda para coroar José Ramada como o vencedor do Prémio Melhor Marcador Carlos Ferreira.

 

  • F.C. Africans: Desfalcados de alguns nomes («o filho da p*** do Paulos não veio de Barcelona!», como disse carinhosamente Pedro Avelar), os Africans apresentaram-se longe da melhor forma. Ganharam a primeira partida, mas sofreram uma pesada derrota por 3-0 contra Os Coxos, que quase os deixava de fora do torneio logo na fase de grupos. A má sorte continuou na meia-final: depois de se apanharem a vencer por 2-0, consentiram o empate e foram derrotados nas meias-finais. Uma imagem: Esteves, que no ano passado foi o melhor marcador (6 golos), este ano apenas molhou o pincel uma vez.

 

  • Suicidas Brácaros: A única equipa extra-curso a participar no torneio (precedente aberto em 2015, quando participaram no II Grande Prémio) apresentou-se com um leque de jogadores muito completo, que chegou, a espaços, a semear o medo em quem via os jogos de fora. Mas uma sequência de erros individuais, alguma falta de concentração e uma boa dose de azar acabaram por ditar a eliminação precoce da equipa. Tinham tudo para ganhar o certame, mas acabaram por sair do torneio sem glória.

 

  • Canelas 2017: A equipa de caloiros, capitaneada por Rui Souto, apresentou-se com muita vontade e desejo, mas a falta de experiência nunca os permitiu sonhar muito alto. Marcaram 8 golos, o que seria apreciável se não tivessem sofrido 13 (em apenas três jogos!). Há diamantes na equipa, mas é preciso lapidá-los.

 

  • F.D. Psicopitos: Quatro anos, quatro participações, zero passagens à fase final. Apesar de o registo histórico não ser famoso, os FDP não desistem, e constituem um caso sério de amor ao desporto-rei. Desta vez apresentaram-se mais fortes, mas ainda assim não foi o suficiente para levarem de vencida Os Coxos e os Africans. Ganharam, porém, o Prémio Fair-Play, pela dedicação constante à causa e pela emotividade que transmitem sempre que entram em campo.

Nos próximos dias será publicado o vídeo do Torneio. Estejam atentos!