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Pedro Romano

Nome: Pedro Pereira Constantino Romano 

Número: 5

Posição: defesa-central ou médio-ala

Data de nascimento: 15/10/1985

Naturalidade: Braga

Altura: 1,74m

Peso: 69kgs

Olhos: castanho-esverdeados

Cabelo: castanho claro

Passatempos: blogues, futebol, leituras avulsas, faltar às aulas, fazer uma perninha no ComUM

Estatísticas totais

34 jogos (20 oficiais)

31 golos (15 oficiais)

0 internacionalizações pela Selecção de CS

Descrição técnica 

Pedro Romano é um jogador versátil, que gosta de deambular pelo terreno de jogo, embora também consiga jogar mais fixo, como distribuidor recuado. Apesar de ser muito lento a acelerar (resquícios de uma lesão nunca curada), quando embala não é fácil de parar. Romano é ainda o mister Coxeano; a condição foi adquirida depois de ter provado toda a sua raça e conhecimento táctico. Infelizmente, nos últimos dois anos tem sido fustigado por lesões – o que, apesar de lhe dar uma visão privilegiada do campo (pelo banco…) o impediu de dar o seu contributo nas alturas mais importantes.

(+) bom sentido táctico; difícil de bater nos duelos individuais; capacidade de organização defensiva; sentido de desmarcação e de passe apurados, o que lhe permite servir de transportador de jogo;

(-) irregularidade exibicional; remate de meia distância pouco eficaz; grande propensão a lesões; dificuldade em acelerar; alheamento do jogo em momentos decisivos;  

Descrição autobiográfica

A minha capacidade futebolística nasceu nos pelados da rodovia (hoje cobertos de relva artificial). Nesses tempos de criança, as minhas pernas conheceram as agruras da violência testosterónica dos adolescentes que por lá passavam para descarregarem as chatices do dia nas pernas da vedeta do campo. 

Agora, longe desses tempos, assentei e dediquei-me a’Os Coxos. Como jogador, como treinador e, sobretudo, como webmaster (ou quase). Aqui espero deixar para trás o passado de lesões, as dores lombares e, se possível, chegar a uma meia-final (meu grande sonho nesta equipa). 

Como esta autobiografia deve ter alguma coisa de cariz pessoal, aqui a deixo. Primeiro: gosto de faltar às aulas. Segundo: devo tudo o que sou ao meu pai. Se ele tivesse tido a decência de me ensinar a jogar futebol quando eu era pequeno, talvez não andasse a fazer figuras tristes por estes campos académicos fora. Terceiro: sou Coxeano do coração.

Por último, tenho uma namorada «muito bébé». Mas até gosto dela, assim bastante, bastante. Um pedação, diria mesmo.

 

 

Um comentário

  1. Ufa, que alívio.

    Andei estes anos todos na angústia de ter de admitir que algo do que és a mim o devias.
    Mas não: afinal, “… devo tudo o que sou ao meu pai …”. És cool, meu: tudo é tudo, é 100%.

    Tudo te veio do Homer. Magnífico: apesar de tudo, tiveste a inteligência de não me imitares em nada! Só herdaste mesmo nessa refinada e intuitiva e criativa inteligência… Essa inteligência inteligente.

    Pedro. Um gandabraço tão emussionado caté dou errus!

    teu Padrinho



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