O clube Os Coxos Futebol Clube nasceu em 28 de Novembro de 2005, quando o I Torneio Interino de Comunicação Social apareceu no futebol universitário. Um curto mas empenhado conjunto de amigos – Alberto Teixeira, Carlos Ferreira, Daniel Mesquita, Marcos Sabino, Pedro Romano, Phillipe Vieira e Rui Rocha – empenhou-se na criação de uma boa equipa para disputar o Torneio e, apesar de a primeira partida ter acabado com um 2-0 para o adversário, o resultado global foi a chegada a uma meia-final (aqui têm o resumo da gloriosa participação). Os Coxos perderam, mas nascia uma equipa.
A fundação d’Os Coxos enquanto Instituição só aconteceu, contudo, em meados de 2006. O clube tem sede na Rui’s House e tem nos principais cargos – vitalícios, porque honorários – os seguintes elementos (aqui pode ver o organigrama inicial):
- Direcção: Presidente – Phillipe Vieira; Tesoureiro - Marcos Sabino; Vogal – José Daniel Mesquita;
- Assembleia-Geral: Presidente da Mesa - Carlos Ferreira; Secretário - Rui Rocha;
- Conselho Fiscal: Presidente - Alberto Teixeira; Secretário – Pedro Romano;
- Equipa técnica: Pedro Romano.
- Plantel: Alberto Teixeira, Carlos Ferreira, Marcos Sabino, Pedro Romano, Rui Rocha, Phillipe Vieira e Daniel Mesquita são os membros fundadores. Daniel Mesquita foi o primeiro a sair, perdendo-se nas terras longínquas de Famalicão em 2006/7. O eterno capitão, Phillipe Vieira, desertou para os Estados Unidos em 2011/12, depois de seis épocas de vermelho ao peito. Ao longo deste período, Os Coxos contaram com Hélder Beja, que envergou a jersey vermelha entre 2006/7 e 2007/8, e Luís Miguel Romano, que a partir de 2009/10 ascendeu dos júniores à primeira equipa. Os Coxos contaram também com aparições esporádicas de craques como João Freitas, João Pedro “Furão” e Zé Rossas.
Mas Os Coxos são ainda apoiados por uma claque que os segue para onde quer que eles vão. Liderada por Alberto José Teixeira, a claque – SS Coxos (com uma facção ultra, o Correctivo XXI) – começa a ser conhecida nos quatro cantos da Universidade do Minho, onde se tornou lendária por via da sua violência extrema e absoluto desrespeito pelos Direitos Humanos (aqui pode conhecer melhor as duas claques que apoiam Os Coxos).
Na época 2005/6 Os Coxos não fizeram amigáveis mas participaram em três torneios oficiais: I Torneio Interino de Comunicação Social, Torneio de Administração Pública 2005/6, Torneio do GACSUM 2005/6. No primeiro torneio ganharam os prestigiados Prémio Participação e Prémio Dedicação (actualmente em exposição na Sede do clube).
Na época 2006/7, Os Coxos participaram apenas no I Torneio de Relações Internacionais e na I Liga Interna de Comunicação Social, tendo conquistado o 4º lugar nesta última. Na época seguinte, a valorosa equipa ainda participou em torneios oficiais, apesar de já patentear algum desgaste devido à passagem dos anos.
Desde a época 2008/9 que Os Coxos abandonaram, na prática, os torneios de cariz oficial, devido à dificuldade de conciliar agendas cada vez mais preenchidas por ocupações profissionais a sério. Ainda assim, têm conseguido reunir-se esporadicamente de forma a ensinar aos jovens da Universidade do Minho (ou, noutras vezes, a docentes da mesma Instituição) como é que se joga bem à bola. E no final de 2009/10 assistiram à primeira “contratação” vinda das camadas jovens: Luís Romano, o número 7 que substituiu o desaparecido Daniel Mesquita.
A glória voltou em grande na época de 2011/12. Reforçados pelo craque Hugo Pires, Os Coxos ganharam força, músculo e velocidade e, pela primeira vez em oito anos, conseguiram ganhar um torneio oficial. O I Torneio Inter-Gerações de CC/CS foi a primeira grande competição ganha pel’Os Coxos, com o novo capitão Alberto Teixeira a levantar o caneco.



