Arquivo de Maio, 2007

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4-0 e… Os Coxos nos quartos-de-final do Torneio do GAEB

Maio 31, 2007

Jornada de glória para a lendária e mítica equipa Coxeana. Quando ninguém acreditava que a qualificação ainda fosse possível – para mais com Tricky e Daniel ausentes… – a equipa de uma só perna entrou em campo contra os Mujaidins e… ganhou. A qualificação, claro está. Estão de parabéns os cinco valorosos – Teixeira, Romano, Phillipe, Rui e Sabino – que souberam aguentar 40 minutos ao mais alto ritmo num terreno destruído e numa partida sem suplentes.

Neste altura em que os corações Coxeanos estão ao rubro – a tropa vai agora jogar contra Gestão Desportiva – será importante ter em atenção três aspectos. O primeiro é que a qualificação só foi possível devido ao grande empenho de todos os jogadores (excepto o Daniel que não aparece – mas que, à sua maneira, também se empenha). O segundo é que no próximo jogo a equipa estará, finalmente, em toda a sua força. E o terceiro é que no alcançar deste objectivo não podemos deixar de referir a absolutamente estonteante, completamente inimitável e absurdamente magnífica organização deste torneio – a eles, o nosso obrigado pelas condições que nos proporcionaram.

Mas vamos ao jogo. De início, foi complicado. Complicado porque faltavam Tricky, peça fundamental, e Daniel, peça quase-fundamental. Os Coxos começaram portanto com Phillipe a líbero, Rui a defesa e Romano e Sabino nas alas, alternando como pivot. Já a equipa dos Mujaidins apoiava o seu jogo rápido e de boa troca de bola na velocidade do nº 6 e na técnica do ‘loiro que corre p’ra caralho’ (não decorámos o nome, refugiamo-nos na alcunha que granjeou durante o jogo).

Não demorou muito até que o 1-0 aparecesse. Bola nas costas da defesa, grande toque do avançado e tiro para o fundo da baliza. A este golo seguiu-se outro e o intervalo chegou com o resultado a 2-0. Os jogadores Coxeanos tinham, por esta altura, a quase certeza de que estavam qualificados.

Na segunda parte, a marcha do marcador foi idêntica. O guarda-redes repôs mal a bola e o 3-0 chegou com naturalidade; minutos depois, um 4-0 de fora da área punha um ponto final neste jogo em que Os Coxos garantiram a classificação – um momento histórico que, infelizmente, o repórter de imagem Alberto José Teixeira não conseguiu gravar em vídeo por indisposição intestinal.

No final, 4-0 para os Mujaidins, portanto. Sim, Os Coxos sairam derrotados. E como é que se classificaram? Por causa de um passo em falso da equipa Os Dez, que não compareceu num dos jogos. Mas não se pense, contudo, que Os Coxos ganharam a qualificação na secretaria. Longe disso; na verdade, até ganharam a qualificação dentro de campo (embora não propriamente nas quatro linhas), quando o fantástico elemento da organização lhes comunicou ao intervalo (lembram-se que foi durante o intervalo que Os Coxos tiveram a certeza da qualificação) que por via de uma falta da equipa Os Dez, Os Coxos estavam automaticamente apurados para a fase seguinte por razões de goal-average.

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Alberto Teixeira: 10 – Um grande frango no segundo golo e uma reposição que deu o terceiro mancharam uma exibição que até foi marcada por duas saídas corajosas em que tirou o pão da boca aos avançados contrários. Grande defesa a remate de um adversário já na pequena área.

Phillipe Vieira: 10 – Boa exibição. Cumpriu lá atrás, nunca se aventurando demasiado, algo em que falhou em jogos anteriores. Se se limitar à posição de pivot defensivo, distribuindo e fazendo boa cobertura, pode ser uma mais-valia para Os Coxos.

Rui Rocha: 10 – Não deslumbrou mas também não comprometeu. Alguns bons remates e segurança na defesa valem a Rui Rocha a nota positiva. Também melhorou a concentração, apesar de alguns lances em que aparentemente a massa encefálica ainda tem paragens abruptas. No primeiro golo deixou o avançado rodar para tiro de dentro da área.

Pedro Romano: 10 – Não era jogo para ele. Conseguiu fechar o ataque adversário bem adiantado no terreno, quando tinha a bola segurava o jogo convenientemente e ainda tentou muitos remates mas… quando era preciso acelerar notava-se que o terreno não lhe é favorável. Deu um golo a Sabino que este desperdiçou.

Marcos Sabino: 10 – Abnegado. Lutou muito – até esgotar o seu único pulmão – mas foi um esforço inglório. A técnica está lá mas, como o terreno estava demasiado escorregadio, acabava sempre por ter algumas dificuldades em acelerar. Ainda assim, teve duas boas oportunidades de golo, ambas de pé esquerdo. Numa delas, tirou um adversário do caminho, fintou o guarda-redes e… atirou ao lado. Falhou a marcação no quarto golo.

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Coxos disputam qualificação

Maio 30, 2007

É amanhã o jogo decisivo para os Coxos no Torneio do GAEB. A vitória contra os Mujjaidin assegura a qualificação da equipa Coxeana para os quartos-de-final do torneio, sendo que o empate também pode chegar.

O jogo, depois de ter sido adiado na semana passada, vai ter lugar amanhã, no Complexo Desportivo da Universidade do Minho, às 18h00.

A equipa Coxeana encontra-se bastante desfalcada sendo as lesões virais de Rui e musculares de Daniel duas nuvens a pairar sobre a equipa. Porém, também Tricky está em dúvida para o jogo devido a compromissos pessoais. A Direcção está a fazer todos os esforços para que o jogador consiga desvincular-se e se possa apresentar em campo. Por tudo isto, a dupla técnica, Phillipe Vieira e Carlos Ferreira, vem ensaiando a táctica para o jogo à porta fechada, tamanha é a importância do desafio.

Em declarações ao blog oficial da Instituição, o guarda-redes Alberto Teixeira confessou que “é para ganhar” a partida de amanhã. “Disputamos a qualificação. Temos de estar concentrados e manter a disponibilidade máxima. Acima de tudo manter a concentração, pois temos qualidade para passar à fase seguinte”.

Recorde-se que após a goleada imposta à equipa LCC (10-3), a Nação Coxeana participou no jogo de beneficência contra o ‘We Shall See FC”, com os fundos a reverter para a Santa Casa da Misericórdia das Taipas.

Este jogo pode, também, marcar o último do capitão Phillipe Vieira ao serviço da equipa Coxeana. Como se sabe, o jogador é pretendido por emblemas ingleses, nomeadamente o Manchester United que tem seguido de perto as prestações do valente jogador.

Espera-se uma avalanche de adeptos Coxeanos nas bancadas do estádio, com o intuito de ajudar a equipa a alcançar a vitória que, a acontecer, terá tanto de histórica como de fantástica, após o arranque em falso contra os Dez (1-5) na primeira jornada.

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Capitão desejado em Manchester

Maio 30, 2007

O capitão da equipa Os Coxos FC, Phillipe Vieira, é cobiçado pelo Manchester United. O clube de Cristiano Ronaldo tem seguido de perto as exibições do 21 Coxeano e terá já avançado com uma proposta concreta pelo concurso do jogador junto da direcção Coxeana.

O empresário do jogador, Carlos Vieira, veio a público dizer que o atleta está “concentrado com a sua equipa e empenhado em assegurar a qualificação para a 2ª fase do Torneio do GAEB” mas reconheceu que “é um clube que mexe com qualquer um” e que o capitão não é diferente dos outros.

Phillipe Vieira é o capitão da equipa Coxeana há dois anos, tendo sido sempre exemplar no cumprimento das suas funções. O jogador, que recentemente reassumiu um lugar na equipa inicial, já por várias vezes reconheceu a sua dedicação ao projecto Coxeano, mas a possibilidade de jogar na Premier League poderá fazer abanar o espírito do capitão e ídolo Coxeano.

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We Shall See FC dá lição a’Os Coxos FC

Maio 14, 2007

Uma hora de jogo, 12-11 no marcador. Foi pela margem mínima que os ICS Docentes All-Star – que à última da hora mudaram da nome para We Shall See Football Club – bateram Os Coxos, em jogo amigável. O serviu para a valorosa equipa Coxeana ganhar mais alguma experiência, treinar algumas movimentações, dar conta das suas limitações e, até, ganhar mais um jogador: o médio-ala Luís Santos fracturou o pé e abandonou o recinto… a coxear.

A lesão foi especialmente importante por dois motivos. O primeiro é que a equipa Docentina, que havia restringido a convocatória a cinco nomes – Manuel Pinto na baliza, Fernando Jesus e Luís Santos na defesa, Pedro Portela e Alberto Sá no ataque –, ficou sem o número mínimo de elementos.

O segundo é que isto obrigou a um jogador Coxeano a trocar de lado – e esse papel coube a ‘Tricky’, que estava a ser um dos melhores Coxos por essa altura. No final, o peludo jogador acabou por ser um dos grandes artífices da vitória, com dois golos e muito futebol no cômputo final.

Um jogo mítico

O jogo era ansiado há muito tempo. E o público não faltou, acorrendo às em massa bancadas, que depressa se viram invadidas por ‘torcedores’ de ambas as equipas. (Contudo, e segundo informações de última hora, grande parte do contingente feminino ter-se-á apresentado com o único propósito de ver Pedro Portela de calções).

No balneário, o ambiente não era, contudo, tão festivo. Manuel Pinto marcou a sua entrada ironizando com a qualidade dos textos de Rui Rocha, editor do ComUM. Alberto Sá, também useiro e vezeiro nestas coisas dos golpes baixos, relembrou que Daniel ‘Desaparecido’ Mesquita continua com a cadeira de Informática por fazer. E até o próprio Fernando Jesus entrou na onda dos mind games: «Se perdemos este jogo nunca mais na vida empresto uma câmara aos gajos do 3º ano. Não que agora empreste muitas vezes, mas enfim…».

A tudo isto Os Coxos reagiram com tranquilidade. Marcos Sabino foi o único a dar troco, ‘minando’ devidamente a área de balneário dominada pelos docentes.

E a bola rola… finalmente

Os Coxos não se deixaram intimidar pela corpulência de Manuel Pinto na baliza, nem pela dureza das entradas de Fernando Jesus. Ainda o jogo não levava 5 minutos e já Marcos Sabino dava um ‘cheirinho’ da sua qualidade, com um remate de ressaca a fazer o 1-0. No minuto seguinte, Romano fazia o 2-0.

Os docentes não gostaram. Superiormente liderados pela magia de Pedro Portela, levaram o perigo até às redes adversárias. E, depois de um belo lance em que ultrapassou Phillipe em velocidade, o professor de Métodos de Investigação I fez o tento da sua equipa: com o 2-1, o jogo parecia querer animar.  

Foi então que veio a lesão de Luís Santos. O jogador lesionou-se sozinho, num lance a meio-campo, e provavelmente terá de parar bastante tempo. Mas foi substituído convenientemente: ‘Tricky’ mudou de equipa, trocou de camisola e pôs-se pronto para marcar golos à sua equipa de coração.

Mas o perigo veio do outro lado. Romano pegou na batuta e fez mais quatro golos. Daniel também puxou dos galões e ‘molhou o pincel’ por duas vezes. Antes do intervalo Alberto Sá ultrapassou Phillipe em velocidade e marcou, de remate cruzado, o 7-2. O intervalo chegava com uma diferença de cinco golos e a certeza de que a’Os Coxos apenas bastaria acelerar um pouco para chegar à goleada.

A reviravolta

Este laxismo foi fatal para Os Coxos. Phillipe perdeu posicionamento, Rui não acertou com o jogo, Daniel foi progressivamente escondendo-se mais, Romano baixou de rendimento e Teixeira também esteve infeliz nalguns lances.

Não espantou, por isso, que a meio da segunda parte o jogo já estivesse… 8-5. Os Coxos, já muito cansados – e sem ‘Tricky’ a servir de ‘pivot’ – perderam muitas bolas na defesa e um inspirado Fernando Jesus aproveitou as benesse alheias para mostrar o porquê de ser considerado, na cultura ‘underground’ da produção e realização audiovisual, o Pavel Nedved dos pobres: cada tiro cada melro.

Nesta altura destacou-se também o guardião Manuel Pinto, que usou todos os seus recursos (entre os quais o ombro, a cabeça, a ponta dos dedos e até a barriga) para a manter a baliza inviolável.

Com tamanha solidez defensiva e uma tão feliz eficácia ofensiva, os We Shall See FC chegaram ao empate a cinco minutos do fim. E, perto do final do jogo, marcaram o golo que lhes deu a vitória: 12-11, obra de Alberto Sá, uma autêntica revelação.

No final da partida, Luís Santos afirmou que ainda alguém irá «pagar caro» a sua lesão. O Presidente da Instituição Coxeana, Phillipe Vieira, preferiu, por seu lado, olhar para o resultado através de outro prisma: «É verdade que perdemos, mas quem olhar bem verificará que, na verdade, ficámos a ganhar. Sofremos mais golos mas… foram eles que pagaram o aluguer do campo!». (Contudo, o Presidente confessou mais tarde que a sua equipa pretende acertar contas com os adversários logo que possível).

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Alberto Teixeira: 11 – Não teve muito trabalho na primeira parte. Mas no segundo tempo cometeu alguns lapsos em alturas decisivas do jogo, particularmente no lance em que deixou a bola passar pelo meio das pernas. Ainda assim, algumas boas defesas a apontar.

Phillipe Vieira: 11 – O capitão não fez um mau jogo, mas nos lances de um-para-um foi algumas vezes ultrapassado por Alberto Sá e Fernando Jesus. Refreou as subidas ao ataque mas acabou muitas vezes a distribuir jogo pelo meio do terreno, o que facilitou a marcação adversária.

Rui Rocha: 11 – Jogo pouco visível. Na primeira parte esteve discreto mas certinho; na segunda não conseguiu transportar jogo nem fazer uso do seu remate. Falta-lhe confiança e agressividade.

Pedro Romano: 13 – Cinco golos e muito futebol na primeira parte, mas um eclipse inacreditável no segundo tempo, altura em que esteve sempre muito marcado pelo seu amigo ‘Tricky’, que já conhece bem as manhas. As três horas de sono terão contribuído para o facto de ter dado o ‘estouro’ tão cedo.

Daniel ‘Desaparecido’ Mesquita: 12 – Continua bastante cerimonioso na hora de chutar à baliza. Ainda assim, facturou por três vezes. Tem de ficar mais agressivo na defesa e pedir mais a bola quando ataca pelas linhas.

Marcos Sabino: 13 – o mais constante da equipa. Soube atacar e defender bem, e ainda teve tempo para marcar dois golos. Como o resto da equipa, primeira parte bastante mais conseguida do que a segunda.

Carlos ‘Tricky’ Ferreira: 14 – Estava a fazer um bom jogo na equipa Coxeana, até que a lesão de Luís Santos o obrigou a mudar de farda. Aqui evidenciou-se ainda mais, impondo força no ataque e bravura na defesa. Marcou o golo da tarde, num remate de ressaca quase do meio-campo.

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(Desta vez, e a título excepcional, a equipa adversária também será classificada)

Manuel Pinto: 14 – O professor associado foi um muro na baliza. Marcou a agenda, fez sempre um bom enquadramento para os remates e, se a baliza era um portão (‘gate’), Pinto foi um fantástico ‘gatekeeper’ (ok, esta foi fraquinha…). Muito interessante também a forma como gritava a plenos pulmões de cada vez que fazia uma defesa.

Luís Santos: 11 – Estava a ser dos melhores da sua equipa até que o terreno o atraiçoou. A lesão pode ser grave mas Santos demonstrou a sua raça quando recusou ajuda para subir as escadas que davam para o posto médico improvisado. O Enterro da Gata poderá ter perdido um dos seus mais entusiastas participantes.

Pedro Portela: 13 – confirmando as boas referências, Portela fez mossa com o seu toque de bola de qualidade. Foi o pesadelo de Phillipe Vieira quando jogava de costas para a baliza e chegou a marcar dois golos. Com um bocado de treino físico pode ir longe.

Alberto Sá: 13 – Revelou-se um rematador portentoso, com vários golos obtidos pela faixa direita. Notava-se que estava a jogar com raça, depois de ter sido inicialmente preterido da pré-convocatória (que foi, como sabemos, alterada há uns dias). Teve o rigor do Excel, a simplicidade do Powerpoint e a versatilidade do Word.  

Fernando Jesus: 16 – o homem do jogo, sem dúvida. A raça que empregou em cada lance, que chegou a roçar a violência, intimidou os adversários. E os remates – sempre de pé esquerdo, sempre fortes, sempre colocados, sempre temíveis – puverizaram as mãos do ‘keeper’ Teixeira. Jesus, que demonstrou muitas parecenças com Roberto Carlos, chegou, aliás, a dedicar o último golo a Ângelo Peres, que não pôde estar presente.

P.S.- Para os próximos dias está previsto o lançamento do vídeo do jogo, que foi filmado completamente. Aguardem.  

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Segunda-feira, 17h00: Os Coxos versus ICS Docentes All-Star

Maio 12, 2007

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O tão ansiado jogo entre Os Coxos e o ICS Docentes All-Star já está marcado: segunda-feira, dia 14 de Maio, às 17h00. Uma vez que o Pavilhão da Universidade do Minho não estava disponível, a partida realizar-se-á no reduto dos docentes: o Pavilhão Indoor Soccer (nas traseiras da Rádio Popular, zona do Carrefour).As duas equipas vão concentrar-se no ICS às 16h30. Os adeptos que desejarem presenciar o jogo podem dirigir-se directamente para o recinto ou, alternativamente, aparecerem no local combinado para partirem ao mesmo tempo dos autocarros Coxeano e Docentino (ou seja, os autocarros da equipa d’Os Coxos e dos Docentes).

O estádio não tem, contudo, bancada de onde seja possível filmar o jogo. Ou seja, muito dificilmente a partida ficará gravada para a posteridade. O que não invalida, contudo, a crónica seja feita no próprio dia. Os Coxos estão, ainda assim, a tentar arranjar maneira de filmar o jogo – mas não prometemos nada.

Para já, ficam as convocatórias das duas equipas:

Os Coxos Futebol Clube

  1. Alberto Teixeira

  2. José Daniel ‘Desaparecido’ Mesquita

  3. Rui Rocha

  4. Phillipe Vieira (capitão)

  5. Pedro Romano

  6. Carlos ‘Tricky’ Ferreira (treinador interino)

  7. Marcos Sabino

ICS Docentes All-Star

  1. Moisés de Lemos Martins

  2. Manuel Pinto

  3. Fernando Jesus

  4. Ângelo Peres

  5. António Ovídio (treinador)

  6. Luís Santos (capitão)

  7. Pedro Portela

  8. Sergio Denicoli

  9. Luís Loureiro (por empréstio da RTP1)

  10. António Branco da Cunha

  11. Nélson Zagalo

  12. Joaquim Fidalgo

Apesar de a convocatória Coxeana já há muito estar acertada, os nomes do adversário podem ainda sofrer alguma alteração de última hora. O imbróglio surgiu na sequência de um comunicado da Presidente do clube Docentino, Felisbela Lopes, em que a dirigente dava conta do seu desagrado com o facto de os seus jogadores arriscarem lesões num jogo amigável.

Por enquanto é tudo. Stay in touch. E apareçam.   

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Cabazada à moda do Coxo

Maio 9, 2007

Após uma série de jogos menos felizes, os Coxos encontraram a vitória. A equipa Coxeana derrotou, sem apelo nem agravo, a equipa de LCC por uns contundentes 10-3.

Apesar do resultado, ficou-se com a ideia de que a margem de vitória poderia – e deveria – ter sido bem mais ampla. Os jogadores e a massa adepta ficaram contentes com o resultado, mas não deslumbrados. Há ainda trabalho a fazer.

O jogo foi transferido para os campos sintéticos no exterior do Complexo Olímpico da Universidade do Minho. Aí, debaixo do calor abrasador sentido às 16h00 da tarde, a equipa Coxeana equipou-se, aqueceu e preparou o jogo. Estava quase na máxima forma, já que Romano estava de volta e Sabino vinha a caminho de Gaia.

Sem Marcos, que não chegou a tempo de principiar a partida, a dupla técnica Phillipe Vieira/ Carlos Ferreira optou por apresentar o seguinte cinco inicial: Teixeira na baliza, Phillipe a líbero, Romano e Daniel a fazer o “2” do meio-campo com Tricky na posição de pivot.

Desde o princípio, os Coxos assumiram o domínio da partida criando, desde logo, várias oportunidades para finalizar. Com Romano a marcar bem o ritmo de jogo, Daniel e Tricky a deambular na área a equipa conseguiu fazer o perigo chegar por várias vezes à baliza contrária. Todavia, e como é costume, a bola não entrava. Alguns sinais de desespero começaram a ser evidentes.

Aos 5 minutos, Romano deu o lugar a Rui que, pouco depois, desperdiçou a primeira oportunidade flagrante de golo quando, com metade da baliza desimpedida, conseguiu atirar a bola por cima do poste superior. Quase inacreditável.

Mas, demonstrando a raça que os caracteriza, a equipa Coxeana não baixava os braços. Pouco depois, Marcos chegou de Gaia e entrou para o lugar de Daniel. Numa das suas primeiras intervenções, e após passe de Phillipe, desmarcou Tricky que com um remate enraivecido fuzilou o guarda-redes contrário e inaugurou o marcador.

A partir desse momento a vitória nunca esteve em questão. A seguir ao golo de Tricky, Marcos fez o 2-0 e Tricky voltou à carga com o 3-0. Os golos surgiam com naturalidade e fluidez, assim como a exibição se mostrava sólida. Sobre o inter valo, ainda houve tempo para Romano fazer um chapéu perfeito para estabelecer o 4-0 e Daniel, após primorosa assistência de calcanhar por Tricky, fazer o 5-0 com que se chegou ao intervalo.

Contudo, e ao contrário do que é normal, o intervalo não foi bom conselheiro. A equipa pareceu demasiado descontraída nos primeiros instantes e, depois de um lance de perigo dos adversários, acordou e voltou a tomar conta da partida. Romano fez o 6-0, após uma brilhante jogada individual e Daniel culminou um excelente lance colectivo para fazer o 7-0.

Essa marca foi fatídica para os Coxos que se desconcentraram e permitiram o crescimento da equipa de LCC. Os adversários acabariam por marcar um golo, mas só depois de Teixeira e Rui ficarem a olhar um para o outro na pequena-área e permitirem que um adversário contrário se intrometesse entre eles e encostasse a bola para o fundo das redes. Aí, Tricky e Romano – que se encontravam de fora – pediram imediatamente para entrar numa tentativa de restabelecer a ordem em campo. Tal foi conseguido, e os Coxos chegaram ao 8-1 por intermédio de Romano.

A equipa de LCC nunca abdicou de lutar pelo resultado, e conseguiu fazer o 8-2 com um remate de fora da área que Teixeira não viu partir e cuja penetração na baliza não conseguiu evitar. Os Coxos sofriam o segundo golo que, tal como o primeiro, premiava a insistência dos adversários e a desconcentração Coxeana.

Tal como após o consentimento do primeiro golo, os Coxos acordaram após terem sofrido o 2º e voltaram à carga tendo, por intermédio de Romano, marcado mais dois golos, estabelecendo a marca dos 10-2. Até que, a 10 segundos do final da partida, e na sequência de um canto, Phillipe aproveitou uma bola solta e visou a baliza contrária tendo, infelizmente, o seu remate sido defendido pelo guarda-redes que lançou de imediato o contra-ataque da sua equipa que viria a dar lugar ao terceiro golo da equipa de LCC, pois nenhum jogador Coxo cobriu a subida do seu capitão. Logo depois o jogo terminou com uma clara vitória dos Coxos.

A exibição da primeira parte foi muito bem conseguida. Os Coxos trocaram bem a bola e patentearam grandes momentos de futsal. A equipa defendeu bem, não permitindo espaços aos contrários, aproveitando para lançar rápidos ataques. Porém, a segunda parte foi muito mais atribulada, intervalada por grandes momentos de futsal e outros que pareciam ser resultado de uma tremenda e assustadora inércia colectiva.

Com este resultado, e faltando a realização do outro encontro da 2ª Jornada do Grupo B, entre os “Dez” e os “Mujhaidin”, os Coxos estão no 3º lugar com 3 pontos, 11 golos marcados e 8 sofridos. Independentemente do resultado da outra partida, apenas uma vitória Coxa no próximo jogo será suficiente para garantir a qualificação.

Avaliações Individuais:

Alberto Teixeira – 13: O guardião esteve mais seguro na definição da marcação defensiva assim como na defesa de remates de longa distância. Porém, o desentendimento com Rui e a lentidão de resposta a um outro remate deram 2 golos que teriam sido evitáveis. Este foi um daqueles jogos ingratos para um guarda-redes, pois teve pouco em acção mas, ainda assim, deveria ter estado mais concentrado no lance dos golos. Todavia, genericamente esteve bem.

Phillipe Vieira – 14: O capitão esteve intransponível nos lances individuais e na marcação aos contrários. Tentou ainda algumas subidas, coroadas com 2 bons remates, mas pouco mais fez fora da defesa. A sua lesão no pé direito condicionou algumas movimentações, e provocou uma reacção mais quente despropositada quando um contrário o atingiu nesse pé. Viu justamente o amarelo. Terá de rever esse tipo de comportamento no futuro.

Pedro Romano – 17: A equipa sentiu falta da sua batuta no jogo anterior e neste fez jus ao estatuto de que goza entre as hostes Coxeanas. Jogou e fez jogar, marcou cinco golos, dois dos quais autênticos hinos ao futsal. Intransponível na defesa, perigoso no ataque, Romano teve a exibição perfeita. Mostrou ser o capitão sem braçadeira de que a equipa precisa em certos momentos mais tensos da partida. Como disse um adepto da bancada, “estás perdoado”.

Daniel Mesquita – 14: Daniel é um caso especial. É aquilo a que na gíria se chama um falso-lento. Vê-se que sabe jogar, que tem empatia entre os colegas, mas mesmo assim falta-lhe sempre alguma coisa. Marcou dois golos, entendeu-se bem com Tricky e mostrou que está a melhorar os índices físicos. Mas, voltou a desaparecer do jogo em certos momentos e a falhar no capítulo da finalização. Se continuar o trabalho, poderá voltar a ser o jogador decisivo que foi em momentos da época passada. Se tiver mais calma no momento do remate, será um jogador muito mais útil à equipa. E perigoso.

“Tricky” Ferreira – 16: É, claramente, o jogador mais raçudo da equipa. Com ele, nunca se pode dizer que um lance está perdido. Ele encontra sempre maneira de ficar com a bola. Precioso no ataque, foi voluntarioso a defender. Marcou o primeiro golo – é sempre o mais difícil – e fez mais umas quantas assistências para Romano e Marcos. É um jogador importante e influente, de quem se espera sempre algo especial. No dia a seguir ao aniversário, mostrou que não havia cometido excessos na véspera. Prudente.

Rui Rocha – 13: Rui caracteriza-se por ser um jogador voluntarioso. Faz qualquer lugar com o mesmo empenho. O problema é que por vezes não consegue tomar as melhores decisões em capítulos tão determinantes quanto o remate, quando no ataque, e o corte, quando na defesa. Falhou um golo feito, e atrapalhou-se com Teixeira possibilitando o primeiro do adversário. Se conseguir melhorar os índices de leitura de jogo, e aumentar a velocidade de raciocínio, Rui será um jogador mais importante.

Marcos Sabino – 15: O melhor jogador Mundo com um só pulmão chegou atrasado ao jogo – trânsito na A3 –  mas rapidamente entrou no ritmo da partida. Fez duas assistências e assinou o segundo golo. As fintas saíram-lhe bem e foram várias as vezes em que pôs a cabeça dos adversários em água. A meio da partida o pulmão pregou-lhe uma partida e começou a procurar terrenos mais recuados, tendo perdido algum dinamismo na segunda parte. Ainda assim, uma excelente exibição.

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Capitão em dúvida. Tricky de parabéns

Maio 7, 2007

O capitão d’ Os Coxos, Phillipe Vieira, está em dúvida para a partida de amanhã frente a LCC e referente à 2ª jornada do torneio do GAEB.

O capitão lesionou-se no pé direito enquanto participava no jogo de beneficência “Solteiros” VS. “Casados”, que marcou o último jogo de Hélder Silva pelos primeiros. O lance deu-se quando o capitão Coxeano disputou a bola com o veterano Zé Coelho, tendo imediatamente sentido dor no seu pé.

Graças ao trabalho desenvolvido pelo seu “personal trainer”, João “RKO” Santos, Vieira tem conseguido combater a lesão estando quase apto a poder dar o seu contributo na partida de amanhã. No entanto, a sua utilização está dependente da resposta positiva a um último teste físico a ter lugar na manhã do jogo.

A partida terá lugar no Pavilhão Olímpico da Universidade do Minho, amanhã às 17h. Após o resultado anterior a equipa Coxeana tem de ser capaz de conquistar pontos neste jogo.

Num outro plano de destaque, o sub-capitão Coxo, Carlos “Tricky” Ferreira, encontra-se hoje de parabéns. O peludinho dos Coxos celebra hoje o seu 23º aniversário. Ao seu jogador, a Direcção Coxeana endereça os mais sentidos votos de parabéns. Que a prenda seja dada amanhã.

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Dr. House é sócio

Maio 3, 2007

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O reputado doutor norte-americano, Greg House, é o mais recente sócio d’Os Coxos FC. O elegante médico disse ser um “orgulho entrar para o restrito lote de sócios d’Os Coxos, um clube ganhador e ilustre”.

Confidenciando ao nosso blog que é “coxo desde o infarte”, House não negou que um dos motivos que o liga aos Coxos é o facto de se identificar bastante com o carácter jovial e agradável com que “a malta encara os jogos”.

Confirmando ser um visitante assíduo do blog, e um profundo conhecedor da vida interna do clube, quis deixar algumas dicas aos bravos Coxeanos: “Teixeira é bom guarda-redes, mas tem de trabalhar melhor a sua miopia, tal como o Sabino tem de comer mais alguma coisa para criar massa muscular, principalmente nas pernas”.

Revelando que toda a gente mente “menos os Coxos”, assegurou que discute com os seus colegas Foreman e Chase os resultados Coxeanos – um é adepto d’Os Atoladinhos, outro não tem preferência – ao mesmo tempo que confidenciou que “a dra. Cameron é um ferverosa adepta. O seu Coxo favorito é o capitão, aquele esteio da defesa”.

Ficamos à espera de ver se mais elementos da equipa de House se decidem a juntar a Os Coxos.

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LCC é o próximo adversário

Maio 2, 2007

O jogo referente à 2ª jornada do torneio do GAEB tem lugar na próxima terça-feira (dia 8 ) às 17h00. O adversário d’Os Coxos é a equipa “LCC”, adversário de respeito. Porém, após a derrota na jornada inaugural a Nação Coxeana tem apenas um resultado em mente: a Vitória.

Pedro Romano está recuperado e já estará às ordens da equipa técnica para o desafio, assim como Tricky e Daniel que já recuperaram das mazelas que os apoquentaram após o último jogo.

Em outras notícias, a equipa de Docentes do ICS aceitou o repto lançado pela Nação Coxeana e, assim sendo, haverá mesmo jogo entre os Coxos e os All-Star Docentes ICS. A data prevista para a realização de tamanho acontecimento é 14 de Maio estando, contudo, o local e a hora do desafio por acertar. A Direcção Coxeana manterá os seus adeptos informados.