Arquivo de Outubro, 2006

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Assembleia Geral Coxeana marcada para amanhã

Outubro 30, 2006

Está agendada para amanhã, às 11h00 num anfiteatro do CP1 da Universidade do Minho, a II Assembleia Geral Coxeana. Em debate estarão as seguintes questões (aliás previstas na ordem de trabalhos):

1. Discussão da Moção de Censura apresentada por Alberto José Teixeira;

2. Pagamento das quotas e distribuição dos últimos cartões de sócio; discussão dos pedidos de emissão de novos cartões;

3. Decisão da futura política de comunicação, mais concretamente no que concerne ao relacionamento com outras forças desportivas – VANPLMD, se querem saber;

4. Outros;

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Departamento de Comunicação de Os Coxos

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Claque apresenta Moção de Censura

Outubro 29, 2006

A claque oficial d’Os Coxos Futebol Clube, SS Coxos, apresentou uma Moção de Censura à actual Direcção, encabeçada pelo Presidente Vieira. O texto que a seguir se publica foi-nos remetido pelo líder da claque, Alberto José Teixeira, e será apresentado aos associados na próxima Assembleia-Geral.

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Excelentíssimo Presidente Coxeano,

A massa associativa de uma só perna – mais especificamente a claque SS Coxos – vem por este meio apresentar uma Moção de Censura à sua actual presidência.

Esta Moção surge como consequência dos maus resultados averbados no I Mini-torneio de CS e no jogo contra os VANPLMD de 13 de Outubro e, sobretudo, do facto de não ter sido eleito democraticamente.

A claque gostaria ainda de mostrar o seu desagrado pelo facto de o jogo contra os VANPLMD ter sido realizado à porta fechada; a claque sentiu-se excluída e extremamente chateada por ter sido deixada à porta do recinto.

A isto acresce o facto de ainda não termos recebido os fundos que nos foram prometendo ao longo da pré-época (o que nem é de estranhar, dado que os associados ainda nem sequer foram instados a proceder ao pagamento das quotas).

Em baixo seguem os nomes que apoiam a nossa Moção de Censura:

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Alberto José Mendes Teixeira, sócio número 7

Alberto Miguel Dias Teixeira, sócio número 2

Carla Isabel Pereira Soares Lameira, sócia número 8

Sílvia de Oliveira Pereira, sócia número 10

Cláudia da Cunha Lomba, sócia número 11

João Manuel Cerqueira Santos, sócio número 9

Marcos André Sabino Ferreira, sócio número 5

Rui Filipe Passos da Rocha, sócio número 4

Pedro Pereira Constantino Romano, sócio número 12

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Departamento de Comunicação de Os Coxos

 

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Os Coxos desastrosos no I mini-torneio de CS

Outubro 26, 2006

Com a equipa do ano transacto finalmente reunida, a claque a marcar presença e Hélder Beja a torcer por fora (a recente contratação não pôde ainda dar o seu contributo, o que adiou a estreia oficial), Os Coxos pareciam ter tudo para fazer boa figura no I mini-torneio de CS. Infelizmente, as equipas VANPLMD e Fati e Cª mostraram-se sempre mais acutilantes; e o saldo final da participação da equipa Coxeana cifrou-se na pouco agradável estatística de oito jogos, oito derrotas.

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No final do jogo, o desalentado treinador Pedro Romano queixou-se das arbitragens e da inusitada propensão de alguns adversários para a teatralidade desregrada. «Penso que o árbitro devia ser canonizado: é como os três pastorinhos, vê coisas onde mais ninguém vê nada», declarou.

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Logo nos primeiros jogos se viu que Os Coxos não estavam com sorte. O primeiro foi perdido por 2-0 a frente aos VANPLMD, equipa que viria a repetir a vitória no jogo seguinte, desta vez por 1-0. Foi apenas ao terceiro jogo que o empate chegou – contra os Fati e Cª, Alberto Teixeira, guarda-redes, marcou no último minuto. Uma euforia que viria terminar rapidamente quando Abílio, temível guarda-redes e jornalista nas horas vagas, puxou dos galões e, no desempate por grandes penalidades, defendeu três (!) tiros. Má-sorte para Os Coxos.

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Com os jogos a sucederem-se, a equipa Coxeana não conseguiu fazer mais do que bater-se valorosa  mas infrutiferamente. Ora a defesa era apanhada ’a dormir’, ora o ataque falhava oportunidades clamorosas, a verdade é que nunca a equipa de uma só perna deu sinais de conseguir dar a volta aos resultados. O nervosismo aumentava, a irritação tomava conta dos jogadores encarnados e, num momento de tensão, a sofrível acuidade visual de Alexandre Sousa Carvalho enfureceu o extremamente susceptível Pedro Romano, que por momentos abandonou o jogo, revoltado com aquilo que mais tarde viria a chamar de «miopia selectiva» do avançado VANPLMDiano.

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Assim, e num torneio em que os falhanços individuais se somaram à inoperância colectiva, em que as debilidades defensivas não foram colmatadas pela eficácia ofensiva, em que as deficientes movimentações se juntaram a um terreno mau, a uma arbitragem paupérrima e a jogadores desinspirados, Os Coxos cederam. Perderam e saíram vergados a um resultado tristonho (esperemos apenas que não seja premonitório).

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Pontos positivos, poucos. O penúltimo jogo com os VANPLMD – derrota por 2-1 depois de um temporário 1-0 (grande golo de «Tricky» depois de bela jogada colectiva) que podia ter acabado numa feliz vitória – e a primeira metade do último jogo com os Fati e Cª (2-1 à altura, apesar de ter acabado numa derrota por 3-2) talvez sejam as únicas coisas boas depois deste mini-torneio.

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Os Coxos têm, portanto, muito em que meditar e bastante a melhorar. As exibições do I mini-torneio de CS devem envergonhar a equipa, especialmente por terem sido hoje os primeiros jogos vistos pela Claque – que, naturalmente, poucas razões terá para estar satisfeita. Aliás, a turma Coxeana gostaria de aproveitar este post para pedir desculpa à claque SS Coxos, ao Correctivo XXI, aos demais apoiantes, sócios e torcedores. A todos garantimos que resultados como os de hoje não mais se repetirão.

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(Desta vez, a título excepcional e também porque o jogo de hoje não foi um jogo normal – mas sim um conjunto de jogos, tornando as avaliações individuais mais difíceis -, a crítica individual fica ao cargo de Alberto José Teixeira, líder da claque SS Coxos e indefectível Coxeano).

 Alberto Teixeira: 12 – Um frango a abrir, mas este seguro no resto do torneio. Um golo a apontar, de pé esquerdo. O primeiro, de Alberto Teixeira pel’Os Coxos.

Phillipe: 9 – Lento no ataque e perdulário na defesa, Phillipe Vieira não foi o capitão de que Os Coxos necessitavam. Tem de ser mais rápido nas transições.

Pedro Romano: 9 – Exibição pálida; não comprometeu atrás mas também não fez a diferença na frente. Salve-se a raça patenteada nos dois últimos jogos.

Rui Rocha: 9 – Não conseguiu distribuir quando jogou a defesa; não conseguiu marcar quando jogou a avançado. Não conseguiu nada, de facto.

Daniel «desaparecido»: 10 – Talvez por ter jogado na frente, Daniel não foi capaz de usar as fintas a que já nos habituou. Melhorou mais no final mas nunca foi a asa ofensiva de que a equipa necessitava.

Carlos «Tricky» Ferreira: 11 – começou muito mal, e das bancadas ouviu-se mesmo que «Tricky» estava a ser a maior desilusão da equipa… até que, de súbito, o raçudo «Tricky» renasceu. Não foi capaz de melhorar a capacidade de passe da equipa, a transposição de bola ou a consistência defensiva – mas a raça e os golos (a que já nos habituou) valeram-lhe uma das poucas notas positivas.

Marcos Sabino: 8 – Sabino foi a maior desilusão. Sem um golo no pecúlio, lento nas acelerações, fraco nos remates, Marcos foi um avançado facilmente manietável. Acabou o jogo a brincar com a bola e a perder-se em palhaçadas. Tem de melhorar a atitude.

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Pedro Romano (texto) e Alberto José Teixeira (apreciações individuais)

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Mini-torneio a 3 jogado amanhã

Outubro 25, 2006

Joga-se amanhã o I mini-torneio de CS, que contará com a presença d’Os Coxos, dos VANPLMD e de uma equipa de caloiros cujo nome não é, por enquanto, conhecido. O torneio, que constará de um total de seis jogos (quatro para cada equipa) jogar-se-á no complexo desportivo da Universidade do Minho e tem início marcado para as 14h00.

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Segundo o último press-release da Direcção Coxeana, a equipa encarnada vai apresentar-se pela primeira vez na sua força plena. Com Hélder Beja fisicamente apto, Marcos Sabino presente e Daniel regressado do Brasil após drama familiar, é de esperar uma equipa mais coesa e motivada. Aguardam-se grandes feitos.

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O I mini-torneio servirá também para equipa de uma só perna se apresentar aos associados, uma vez que, por imposição da FIFA, o último jogo foi feito à porta-fechada. Alberto José Teixeira, líder da claque e terrorista a monte, afirmou que a bandilha terrorista claque a que preside «estará atenta ao rendimento dos jogadores». Tudo no sentido de «apupar os mais fracos e vengloriar os mais fortes».

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O jogo constituirá ainda a estreia oficial de Hélder Beja pel’Os Coxos. O portentoso defesa afirmou hoje, em declarações ao concorrente Académico, que espera «ter uma estreia de sonho pela equipa Coxeana». Instado a pronunciar-se acerca do seu passado Marzápio, Beja foi lapidar: «O mais importante é o grupo, eu só quero dar o meu contributo, a bola é redonda, são onze de cada lado e acredito que se dermos o máximo – respeitando sempre o adversário – podemos sair vencedores». «Claro que também podemos não sair, mas o mais importante é a humildade e a união, até porque são onze de cada lado, a bola é redonda, o mais importante é pensarmos em nós e estarmos motivados, o adversário vem depois, etc. etc.».

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Pedro Romano 

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Pedro Romano rejeita Manchester

Outubro 18, 2006

Caiu hoje por terra a possibilidade de Pedro Romano, jogador Coxeano, representar o Manchester United na época 2006/2007. Após o empréstimo ter sido apadrinhado pelo Presidente Phillipe Vieira, que chegou a dizer que Manchester era «um óptimo destino» para Pedro Romano «ganhar experiência e alargar os horizontes», foi o próprio jogador quem apareceu hoje em conferência de imprensa a garantir que não vai deixar o clube Coxeano.

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Há mais de um ano que esta «mudança de ares» era ventilada. O treinador Alex Ferguson afirmou, inclusive, que a aquisição do médio era essencial para o projecto do United do próximo ano. Com a saída de Roy Keane, vagava um lugar no meio-campo que a contratação permitiria colmatar.

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Afinal, e depois de muita contra-informação, Manchester não vai ser o destino. Na conferência de imprensa, Pedro Romano explicou que, após ter consultado as pessoas mais próximas, tomou a decisão de ficar. «Foi difícil escolher, mas numa altura importante passou-me uma ventania pela cabeça e acabei por tomar a melhor opção», afirmou. O bracarense fez ainda questão de reafirmar a sua fidelidade absoluta ao emblema Coxo; e, num momento de emoção, disse que queria ficar no clube durante muito, muito, muito, muito tempo. Até «infinito mais um», concluiu, enigmaticamente.

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Pedro Romano

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VANMPLMD quebram invencibilidade Coxeana

Outubro 13, 2006

Ao terceiro jogo, a poderosa equipa Coxeana saiu de campo vergada pelos números: 7-5 foi o resultado final de um jogo em que os encarnados até começaram a ganhar; mas que, apesar da inesperada contratação de última hora, não foram capazes de dominar. Os Coxos venderam cara a derrota; mas evidenciaram algumas debilidades que apenas a inferior qualidade dos anteriores adversários foi capaz de disfarçar.

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O jogo começou bem para Os Coxos. Uma entrada auspiciosa, mesmo antes do apito inicial: com efeito, ainda as equipas se estavam a reunir e já o aparecimento de Hélder Beja causava furor entre os adeptos que se encontravam no exterior do recinto (a entrada foi vedada, por directiva da FIFA) e a raiva (e angústia) no seio da equipa adversária. Com esta estreia, Hélder Beja põe um ponto final na polémica em que se embrenhou nos últimos dias e dá o derradeiro «sim»: Os Coxos têm, finalmente, reforço assegurado.

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Quem pensava que o jogo seria tão fácil como os anteriores rapidamente mudou de ideias. Os VANMPLMD, extremamente rotinados e  numa muito apreciável condição física (especialmente Pelayo e Del Neri, que fizeram duas grandes exibições), impuseram-se desde o início. Quem estava habituado a ver o carrossel Coxeano certamente que reparou na dificuldade dos jogadores em conseguir sair com a bola jogável – cirunstância para a qual contribuiu a enorme disponibilidade dos VANMPLMD; estes, sempre rápidos sobre a bola e com um jogo posicional invejável, manietaram os avançados contrários com alguma facilidade, e só em contra-ataque sofreram maiores calafrios.

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O início, contudo, foi promissor. Hélder Beja, puxando dos galões, iniciou o jogo com uma recuperação de bola que levaria Pedro Romano a desperdiçar uma das maiores ocasiões de golo de todo o encontro: passe rasteiro e Romano, voluntarioso mas trapalhão, atrapalhou-se com o esférico e deixou-o sair pela linha. Mas o elegante defesa viria, minutos depois, a limpar a honra: passe de Zé Pedro e golo pelo meio das pernas do guarda-redes.

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Foram momentos de ouro que a equipa desperdiçou. Após um falhanço que poderia ter colocado a vantagem da equipa Coxeana em 2-0, os VANMPLMD arrancaram para vinte minutos fulminantes: 5-1, incluindo um grande frango do guarda-redes Alberto Teixeira. Nesta altura se revelaram as fragilidades Coxeanas: falta de capacidade de resposta, troca de bola insuficiente quando sob pressão, um avançado desinspirado (Zé Pedro viria a justificar a sua exibição com o péssimo estado das suas sapatilhas, que lhe obliteravam as arrancadas) e uma finalização deficiente.

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É provável que o regresso de Marcos Sabino e Daniel permitam ultrapassar algumas destas pechas. Mas, mesmo sem estes dois jogadores (que falta fizeram), os Coxos foram inexcedíveis no empenho: em poucos minutos, Tricky – duas vezes (assistência de Zé Pedro e jogada individual) – e Zé Pedro (roubo de bola na defesa contrária) colocaram o resultado em 5-4, incrementando a incerteza do resultado final.

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Foi nesta altura que o jogo se definiu. A um golo do empate, os Coxos cairam um cima do adversário e apenas por manifesta má sorte não conseguiram o empate que premiaria o querer de uma equipa que, apesar de ter sido controlada durante quase toda a partida, conseguiu fazer um jogo assente nas suas capacidades mas consciente das suas limitações: marcando golos em contra-ataque e defendo com querer e com raça.

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O destino assim não o quis e acabaram por ser os VANMPLMD a marcar. Um 6-4 ditado por um erro clamoroso de Alberto Teixeira – que, refira-se, foi, ainda assim, um dos esteios da defesa em momentos mais apertados.

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O jogo não acabaria sem mais um golo para cada lado. Após Del Neri fechar a contagem para o lado VANMPLMDiano, Romano reduziria para 7-5, com remate fora da área. Um resultado final que, apesar de justo, deixa algum fel na boca daqueles que por mais que uma vez tiveram o empate perto dos pés. O que, repita-se, não tira mérito aos VANMPLDM, que desde cedo mostraram ser mais capazes, mais maduros e mais versáteis. O jogo foi mau pelo resultado mas bom pela experiência. Para a próxima há mais.

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Alberto Teixeira: 13 – Exibição atípica. ‘Abriu a capoeira’ em dois golos (sendo que o segundo assumiu capital importância, por ser numa altura decisiva) mas fez algumas saídas importantíssimas; de resto, as suas manchas salvaram os Coxos de um resultado ainda mais dilatado.

Hélder Beja: 14 – O portentoso defesa esteve irrepreensível atrás e, na frente, remou sempre contra a maré. Apesar de ter estado muitas vezes desapoiado, Beja conseguiu transmitir a sua raça aos companheiros. A realçar ainda as suas fortes arrancadas, que causam sempre trabalhos à defensiva contrária.

Phillipe Vieira: 10 – Incapaz de de ajudar o ataque, o capitão Coxeano deixou várias vezes a defesa desguarnecida quando subia demasiado; uma situação que, felizmente, foi mal aproveitada pelo adversário (quando não foi o guarda-redes Teixeira a resolver a questão). Esteve atento na defesa (apesar da marcação que moveu a Alex nunca ter sido tão eficaz como noutros jogos) e teve inclusive uma oportunidade para marcar.

Pedro Romano: 12 – Defensivamente, cumpriu; o problema foi quando foi necessário constuir jogo; aí, esteve sempre pouco afoito (e, num lance, acabou por perder a bola para Del Neri, que, com a baliza escancarada, facturou). Compensou o falhanço inicial com dois golos, um dos quais de remate de fora da área (capítulo em que não costuma ser muito feliz).

Rui Rocha: 9 - Esteve pouco tempo em jogo; quando foi necessário atacar, foi inócuo; quando foi preciso defender, não comprometeu, embora sem revelar a agressividade de outras alturas. A exploração de que tem vindo a ser vítima poderá ter tido impacto na condição física com que se apresentou.  

Carlos «Tricky» Ferreira: 14 - Começou mal mas subiu de produção. Apesar de não ter conseguido fazer a ligação defesa/ataque, foi perigoso nos últimos metros. Chegou, aliás, a marcar dois golos (um dos quais em bela jogada individual). «Tricky» assume-se, cada vez mais, como o jogador Coxeano mais regular, sobre o qual recaem grandes expectativas. Se conseguir aprimorar o passe pode ser um caso sério.  

Zé Pedro: 12 – Desinspirado, foi incapaz de fazer a diferença. Preso à bola e sem capacidade de aceleração, o seu pé esquerdo nunca esteve em grande nível. Queixou-se das sapatilhas (que realmente estavam em estado deplorável) e quando trocou de calçado o seu rendimento subiu mas sem atingir os níveis já patenteados. Ainda assim, um golo e duas assistências a apontar.

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Pedro Romano

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Zé Pedro reforça Os Coxos à última da hora

Outubro 11, 2006

Zé Pedro jogará amanhã pel’Os Coxos contra a equipa dos VANMPLMD. O empréstimo (por um dia) do prolífico avançado foi garantido já às dez da noite, a pouco menos de 15 horas do ansiado jogo. Com esta contratação de recurso – mas de luxo – a equipa técnica Coxeana espera conseguir colmatar devidamente as ausências de Marcos Sabino (falta de cálcio, depois de uma semana em que se alimentou mal) e Daniel «Desaparecido» Mesquita (a quem foi negado o o visto de licença laboral).

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Citado pela Reuters, José Pedro Basto da Silva - que, sublinhe-se, aceitou prontamente o convite endereçado pela Instituição Coxeana – afirmou ser «uma honra poder jogar pel’Os Coxos, uma equipa com a qual já me sinto bastante confortável e que me tratou muito bem aquando da minha última passagem/empréstimo pelo clube». Provavelmente inflamado pela famosíssima Mística Coxeana, Zé North (nome de praxe há 4 anos) aproveitou ainda para picar os adversários, especialmente o guarda-redes Luís Miguel e o avançado Alexandre Carvalho. «Não, não sei quem é», disse do portero VANMPLMDiano, «mas ouvi dizer que é um guarda-redes de grande categoria; é bom: é a esses que me dá mais gosto meter golos pelo meio das pernas…», afirmou. Quanto a Sousa Carvalho, Zé afirmou conhecer o jogador desde há muito; aliás, não se furtou a comparações: «Espero sair do jogo com mais golos do que esse senhor». «Nem deve ser difícil… os tempos de S. Carvalho já passaram e eu é que sou o protótipo do atacante do futuro». «Vou sambar!», concluiu. 

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José Pedro, relembre-se, defendeu as cores d’Os Coxos no jogo contra a equipa de Geologia – uma partida que se saldou pelo bonito resultado de 15-5. Zé foi então classificado com um bastante simpático 18 pelos dois golos e inúmeras assistências que propiciou aos restantes elementos.

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A claque, essa, reagiu de forma bastante positiva à contratação de última hora. O reforço torna-se especialmente importante quando reparamos que o único avançado de raiz – Marcos Sabino – está lesionado (e logo no jogo mais importante da pré-época). Acerca da situação, Alberto José Teixeira, líder da claque SS Coxos, afirmou: «É com agrado que a claque vê suprida a ausência do ídolo Sabino». «Confiamos plenamente no Zé e esperamos sinceramente que ele seja um reforço de peso», garantiu. Ainda assim, Alberto não teve problemas em elevar a fasquia – e chegou, inclusive, a pôr pressão sobre os ombros de Zé Pedro: «Esperamos golos da sua parte… Claro que, se não for homem para dar conta do recado, posso garantir que a claque o vai fazer pagar! Primeiro, violaremos a sua irmã; em seguida, violá-lo-emos a ele próprio; depois queimaremos a sua casa, venderemos os seus órgãos e a cena só acaba quando ele servir de saco de boxe do nosso colega de claque João «Del Neri». Palavras duras que, esperamos, incentivem o reforço para o jogo de amanhã.

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Pedro Romano 

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Transferência de Hélder Beja causa celeuma

Outubro 11, 2006

«Não me tira o sono». Foi desta forma que Hugo Torres, representante do Marzápios Futebol Clube, comentou o tão propalado ingresso de Hélder Beja na formação Coxeana. Depois das polémicas que levaram alguns dirigentes dos VANMPLMD a levantar suspeitas acerca do modo pouco transparente como a Direcção Coxeana tem vindo a conduzir o «Dossier Pedro Mendes», foi a vez do lendário e mítico clube dar a conhecer a sua opinião.

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Num tom sereno e resignado, Torres fez questão de referir que, em último caso, «a palavra final é sempre de atleta». E que, portanto, compreenderá a decisão do jogador. «Qualquer que ela seja», acrescentou ainda o antiquíssimo dirigente.

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Quando inquirido acerca do cisma que se tem gerado à volta da transferência de Hélder Beja – que, recorde-se, está a ser acusado de ter rompido um pré-acordo com a equipa VANMPLMD para ser integrado n’Os Coxos – Hugo Torres reafirmou a sua confiança no ex-colega: «O Hélder é um homem de princípios. E sei que fará a melhor coisa para ele, sem descurar os valores que sempre nortearam a sua vida e a sua carreira». «Até porque acredito que aquilo que Os Coxos têm para lhe dar é algo tão importante quanto aquilo que o Hélder tem para dar a’Os Coxos», concluiu, enigmático.

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De referir que Hélder Beja foi, durante cinco anos, jogador do Marzápios Futebol Clube, ao lado de tão dinossáuricas lendas do futebol académico como Sílvio Mendes, Afonso Martins, António Larguesa, Paulo Gomes e Luís Filipe.

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Pedro Romano 

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VANMPLMD desafiam Os Coxos

Outubro 10, 2006

A valorosa equipa de futebol VANMPLMD desafiou a nobre Instituição Coxeana para um jogo de futsal na próxima quinta-feira. O desafio foi cuspido da boca de Alexandre de Sousa Carvalho, líder da equipa adversária, e vem numa altura em que as relações entre as duas formações estão cada vez mais tensas devido à luta pelo concurso de Hélder Beja.

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Do lado Coxeano, a resposta – positiva – foi pronta e decidida. Assim, o pavilhão desportivo da Universidade do Minho será palco de um embate titânico entre duas das mais poderosas formações do mundo (ou, pelo menos, do seu bairro). Phillipe Vieira, Presidente, Capitão e jogador da turma perneta, deitou já as primeiras achas para a fogueira: «Não temos medo dos VANMPLMD. O mais importante é pensar jogo a jogo, fazermos o nosso jogo, tentarmos marcar mais um golo do que o adversário, etc. etc. Até porque a bola é redonda, são onze contra onze, e essas coisas todas. Ah, e achamos que somos melhores que os VANPLMD». Rui Rocha enveredou pela mesma linha e lançou algumas farpas, acusando Sousa Carvalho de ser «um atacante fantoche». Marcos Sabino também lançou algumas farpas; mas de um tipo diferente.

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Além da verrinosidade Coxeana, os VANMPLMD terão de se haver com graves problemas internos. Às ausências de Zé Ribeiro (que ingressou na sua equipa de sempre – DinoFC), Hugo Araújo (de regresso a’Os Selos) juntam-se os desaparecimentos de Milton Jair (numa qualquer casa de meninas) e Vítor. O guarda-redes Luís Miguel Rodrigues, valoroso portero da equipa VANMPLMDiana, também já veio a terreiro afirmar que deseja abandonar a baliza e afirmar-se numa posição mais ofensiva, onde possa marcar mais golos e estar menos sujeito a apanhar com os poderosos remates de Carlos «Tricky» Ferreira (fontes alternativas sugerem, contudo, que o penafidelense quer jogar na frente apenas para observar os falhanços de Alexandre Carvalho de um ângulo mais propício).

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Entretanto, e ainda acerca do jogo, o agente de Hélder Beja já afirmou e reafirmou que o seu jogador não irá participar no jogo em questão. O craque de barbas tem estado na mira dos críticos pela sua posição ambígua durante o defesa. Assim, e para se resguardar, Beja optou por não revelar o seu destino pelo menos até quinta-feira. Após o jogo, o seu empresário já se comprometeu a emitir um press-release onde dará conta da decisão do seu representado. O público anseia pelo fim do caso mais quente deste Defeso…

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Pedro Romano

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Rumores colocam Hélder Beja n’Os Coxos

Outubro 10, 2006

Hélder Beja deu hoje a entender que poderá estar perto de assinar pel’Os Coxos. O portentoso defesa/médio luso, que em tempos representou uma outra equipa de Comunicação Social, respondeu hoje de forma comprometedora (e promissoramente evasiva) quando instado a comentar as notícias que o conotavam com a equipa Coxeana: «Não confirmo nem desminto». 

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A confirmar-se, a notícia pode gerar mais do que polémica – e ter, inclusive, repercussões a nível jurídico. Isto sucede porque, segundo amigos íntimos do jogador, Beja terá recentemente apalavrado um contrato com Alexandre Carvalho, jogador e manager da equipa VANMPLMD. A confirmar-se isto, e se realmente o vetusto jogador ingressar na equipa Coxeana, Carvalho poderá avançar para os tribunais, onde previsivelmente exigirá ser financeiramente ressarcido.

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Para Hélder Beja este pode ser, a efectivar-se, um passo em frente na sua já longa carreira. Depois de um ano em que não foi feliz – uma experiência em terras espanholas que não correu muito bem, após ter passado demasiado tempo no banco – Beja encontrará na equipa Coxeana um clube pacato mas cheio de potencialidades, onde poderá explanar todo o seu potencial – que exibiu aquando da sua passagem pela Equipa de CS de 2004/5 mas que não foi capaz de confirmar em Espanha.

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De referir que as razões que levam Beja a preferir a equipa de uma só perna prender-se-ão, porventura, com outras questões. De facto, na equipa VANMPLMD – que recentamente quase garantira o seu concurso, como já foi mencionado – pontificam nomes que foram, em tempos, colegas de equipa de Hélder Beja. Segundo relatos da altura, as relações entre alguns não seriam as melhores (com acusações de assédio sexual pelo meio), o que provavelmente estará a pesar no julgamento do poderoso defesa.

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Do lado d’Os Coxos o silêncio tem imperado. O Presidente Phillipe Vieira furtou-se a comentários, bem como o jogador Phillipe Vieira. Do lado Coxeano, só mesmo Phillipe Vieira, capitão de equipa, acedeu aos pedido dos jornalistas, aceitando revelar a sua opinião acerca da possível contratação. «Hélder Beja é um bom jogador, já revelou do que é capaz, mas só contamos com os que cá estão, o importante é pensar no colectivo e não em cenários hipotéticos». «Estou contente com o meu plantel», concluiu.

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Ainda que, até agora, a equipa Coxeana tenha optado pelo silêncio, a agência Reuters dava hoje conta da possível insatisfação de alguns jogadores Coxeanos – que, com a chegada de mais um elemento, poderão ver-se relegados para o banco de suplentes. De acordo com a mesma agência, Rui Rocha já deu indicações ao seu agente no sentido de procurar novo clube, caso Beja venha efectivamente a assinar pela equipa de uma só perna.

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Pedro Romano