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Apresentada claque oficial para 2006/7

Setembro 16, 2006

Foi ontem apresentada a claque oficial d’Os Coxos para 2006/7. A claque, que conta com o apoio incondicional da Direcção e restantes Órgãos Sociais, chamar-se-á SS Coxos – um nome que diz muito acerca daquilo que todos esperamos que a claque seja: uma força da natureza, que apoia a equipa nas horas boas e nas horas más (e que propicia à equipa adversária poucas horas boas e muitas horas más), que torna o relvado um inferno, que grita, puxa e apoia, que mata, esquarteja, ameaça, viola, bombardeia – em suma, uma claque a sério.

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À cabeça do gangue – aliás, da claque – está Alberto José Teixeira. Alberto, que foi – como já referimos noutro post – colega de prisão de Mário Machado, disse, na sua apresentação, que espera liderar uma claque «pacífica e que não traga distúrbios; a não ser que Os Coxos percam – nesse caso admitimos reeditar o saque a Roma do século V».

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Mas nem só do sodomita Alberto se faz a claque. Secundando o tenebroso ex-terrorista está Carla Lameira, vice-líder e Primeira-Dama. Além de ajudar Alberto José nas diligências necessárias à manutenção da claque, financiamentos e comunicação interna, Carla está ainda encarregue de liderar o departamento de interrogatórios – um inovador departamento que rapta os jogadores mais influentes das equipas adversárias e os exorta a dizer quais são os pontos fracos das suas equipas. No sentido de respeitar as Convenções de Genebra, as SS Coxos estão prestes a assinar um tratado com George W. Bush, de forma a ter acesso à prisão de Guantanamo, onde decorrerão os interrogatórios. Carla foi, nesse ponto, taxativa: «Respeitamos os direitos humanos. Tortura só em último recurso».

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Seguem-se Cláudia Lomba, João Santos, Sílvia Pereira, Anabela Peixoto e Vânia «Tricky» (apelido de casada). Em dúvida estão ainda dois nomes que a seu tempo – a confirmarem-se – serão anunciados.

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Contudo, e porque não há claque sem genocídios, as SS Coxos têm ainda uma facção ultra: o Correctivo XXI, que integra, por enquanto, apenas Alberto José e João Santos. Mais dura que as SS Coxos, a facção Correctivo XXI dispensa Guantanamo: os inquéritos são feitos numa poçilga, onde pululam sapatilhas de Marcos Sabino e queijo camambert a rodos. Os instrumentos de tortura são medievais e a educação é dispensada. Inquirido acerca do nome escolhido, Alberto foi taxativo: «A nossa inspiração não foi o Directivo XXI mas sim o Hezzbollah».

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Os Coxos desejam as maiores felicidades à claque, na certeza de que esta tudo fará para apoiar a equipa e lutar pelas suas vitórias. Um bem-haja a todos.

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Departamento de Comunicação de Os Coxos

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