
Blogue Os Coxos Futebol Clube
Julho 5, 2006Começa hoje uma nova etapa na blogosfera. Depois de milhares de e-mails, cartas, apelos diversos e pedidos ofegantes, Os Coxos Futebol Clube lançam-se no digital – em blogue, como convém. A todos os que nos incentivaram na prossecução deste objectivo, a todos que nos apoiam e a todos que por mero acaso venham parar aqui e acabem fãs indefectíveis do espaço em causa, o nosso obrigado. Este blogue é para todos eles.
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Feito o indispensável intróito, a pergunta que se impõe é: quem são, afinal, Os Coxos? A resposta não é fácil, porque a própria pergunta é capciosa. De facto, Os Coxos não se encerram em classificações, furtam-se a enquadramentos estanques e não se deixam agrilhoar na clausura de uma categorização estéril e desadequada. O melhor será, portanto e talvez, começar pelo início.
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Num belo dia, um grupo de alunos do curso de Comunicação Social da Universidade do Minho aventurou-se no lançamento e promoção de um torneio de futebol – o I Torneio de Futebol Interino de Comunicação Social. Não demorou muito até que um grupo de jovens bonitos, simpáticos, galhardos e inteligentes avançasse para a mesa de inscrição com os boletins preenchidos e os punhos cerrados. As veias inchadas dos seus rostos e a fúria patente nas suas frontes não davam azo a dúvidas: havia ali vontade de vencer.
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A equipa iniciou então um longo e penoso plano de preparação física. Treinos diários, ginásio, bolas paradas – nada foi descurado. E evolução em termos físicos era notória – e, no plano técnico e táctico, mesmo os mais exigentes analistas fizeram questão de frisar a extrema valia de cada um dos seus membros. De facto, poucas equipas se podiam orgulhar de poder contar nas suas fileiras com um guarda-redes da categoria de Alberto Teixeira, defesas como Rui Rocha, Phillipe Vieira, José Daniel Mesquita, Pedro Romano, e avançados como Carlos Ferreira e Marcos Sabino.
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Chegou então o momento. O primeiro jogo foi de desgraça: derrota por 2-0 com uma equipa nitidamente mais fraca, desconexa e com um futebol deprimente pela circulação de bola e anódino pela capacidade ofensiva. Ditou a eficácia que a famigerada equipa do DinoFC levasse a melhor, mas logo aí se tornou claro que a equipa d’Os Coxos era capaz de melhor.
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Veio o segundo jogo. E, com ele, a ansiedade. A pressão era muito: uma vitória permitia continuar a respirar; a derrota e o empate obliteravam imediatamente a classificação para a segunda fase. E o jogo até começou mal, com um golo na baliza de Alberto Teixeira logo ao minuto 2’. Mas o conjunto Coxeano reagiu: minutos depois, estava feito o 1-1. Ao cabo de muita luta e suor, Os Coxos haveriam de levar de vencida o adversário por 4-2.
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Faltava o último jogo. O adversário era de peso: a equipa Marzápios Futebol Clube, dotada de grandes executantes, com pregaminhos (nomeadamente a nível de bares académicos e afins). A classificação foi assegurada, sim, mas apenas após quatro golos – um dos quais no último minuto – e três empates do adversário.
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Chegados à meia-final, os heróis Coxeanos tombaram. Perante uma equipa mais entrosada (que já jogava junta há muitos anos), Os Coxos lutaram mas foram impotentes para resistir à avalanche ofensiva que se desenrolou perante os seus olhos. A batalha foi dura, o suor perdido foi imenso, mas a derrota foi irrevogável. Nesse momento, com os pontos perdidos mas com a amizade e espírito guerreiro reavivadas, ficou claro que uma lenda se aprestava a nascer. Perdeu-se o jogo – mas ganhou-se uma equipa.
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E, enfim, aqui chegámos. Hoje, Os Coxos são muito mais do que um clube. São uma Instituição, uma Associação Desportiva, uma Religião. Um modo de estar, uma filosofia de vida, uma atitude perante o Universo. Este blogue destina-se a espalhar a Palavra Coxeana por toda a blogosfera. Para os próximos dias estão agendados os seguintes eventos:
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Publicação dos Estatutos do ‘Os Coxos Futebol Clube’;
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Anúncio da constituição da Direcção, Conselho Fiscal, Assembleia-Geral, equipa técnica, plantel e claque para a época de 2006/7;
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Apresentação dos equipamentos para a época de 2006/7, bem como do símbolo e do estandarte;
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Lançamento dos cartões de sócio;
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Públicação on-line do hino d’Os Coxos, da música da claque e das canções dos jogadores do plantel (com o alto patrocínio da banda The Codice);
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Departamento de Comunicação de Os Coxos




Somos os maiores e os mais bonitos…
O capitão já vai postar!!!
Como membro fundador da claque é com orgulho que declaro o meu apoio incodicional a tao nobre instituição.Quero tambem anunciar que em breve aceitaremos as novas inscrições para a claque,cujo o nome será proposta à direcção assim que esta seja constituída.FORÇA COXOS.QUEM NOS VIU NASCER NÃO NOS VERÀ MORRER!
COXOS RRRRUUULLLLLEEEEEZZZZZ!!!!!!
Sinto-me muito feliz por ter assinado por um clube que de pouco tempo necessitará para se tornar histórico e que me atribui o devido valor (banco allez!!).–>